Tenho escutado muito nos últimos dias uma palavra que sempre me
chama muito a atenção: confusão. E percebido que muita gente se queixa
de confusão na mente, nas ideias, nos princípios, nas verdades, e dizem:
“estou confuso”.
Quando você sente confuso com uma ideia, com um
momento, com um pensamento, o que você faz? Pede socorro para alguém
esperando ter a certeza de que a resposta que ela te der é a que te fará
voltar a respirar tranqüilo? Ou então você pára para pensar, pesquisa,
lê, se interessa por aquilo que parece um tormento mas é somente uma
ideia que nunca antes havia chegado até você.
Hoje em dia, as pessoas estão pouco preocupadas
com ideias novas. Talvez seja o excesso de informações ou a falta de
tempo para pensar. E o que vemos são ideias antigas, ideias plantadas
por pessoas em que se confia, ideias que um dia deram certo, verdades
sem nem 1% de mentira. Verdades em que acredita por absoluta falta de
vontade de descobrir algo novo.
A maioria dessas pessoas realmente acreditam no
que estão falando, assim como deve ser conosco quando cremos sem pensar
naquilo que falamos, naquilo que vivemos, naquilo que experimentamos.
Isso forma uma opinião, mesmo que seja uma verdade mascarada por uma
ilusão. E nada é feito por maldade, mas pelo simples fato de ter
funcionado para alguém, então porque não funcionaria para mim também? E
assim acabamos criando uma verdade intocável, imutável.
Isso é muito poderoso. Quando outra pessoa
expressa seus ideais, seus princípios, como fruto de uma opinião
pessoal, fruto de uma experiência pessoal, ela acaba influenciando
outras pessoas. Temos que parar para pensar sobre isso e refletir sobre o
que somos, o que queremos e no que acreditamos antes de adotar a
opinião dos outros como sendo a nossa.
Deus é um só, nós todos somos únicos (temos essa
marca na ponta dos nossos dedos), mas a forma que Deus fala, toca,
convence, explica, para cada um é muito diferente. O medo de muitos de
formar sua própria opinião, ou a dificuldade que se tem para formá-la,
os impede que a ideia avance. Acaba sendo muito mais fácil então
caminhar com uma massa, andar de acordo com o que é imposto por homens,
ou muitas vezes ir de acordo com um opinião, que nem mesmo é a nossa,
simplesmente porque fomos proibidos ou pouco motivados a pensar de forma
contrária ou um pouco diferente. E preferimos nos silenciar e
concordar.
Nunca mate nenhuma ideia que você sentir que está
nascendo dentro do seu ser. Lembre-se que o seu coração é o único lugar
que nenhum homem conhece e que só Deus pode falar com você.
quinta-feira, 26 de abril de 2012
quarta-feira, 25 de abril de 2012
Mulher foda: Enfrenta os problemas. Aceita as perdas. Engole o choro. Desaba em silêncio. Fala com firmeza. Entende as entrelinhas. Sabe a sua hora de ficar quieta. Não precisa do corpo pra ser adorada. Conversa com o olhar. É inteligente. Sabe como ser feliz. Sabe como fazer feliz. Mulher foda, é aquela que já se arrebentou toda numa relação, que já remou sozinha o “barquinho-do-amor”. É aquela que já chorou várias noites seguidas, aquela que já viu uma “amiga” roubar seu namorado, aquela que demonstra o que sente, aquela que escuta a opinião dos outros, e sabe defender a sua. Mulher foda não precisa de muita experiência, só precisa saber que a vida, não é cheia de docinhos e que as rosas que nos dão, também vem com espinhos.
Trilha
Daqui a pouco entraremos no mês das noivas. Aliás, para quem não gosta
de um romantismo, as coisas estão ficando cada dia piores. Pensa comigo:
em fevereiro tem Valentine’s Day, já incorporado pelos brasileiros, em
maio é mês das noivas e em junho é o nosso dia dos namorados. Enfim, se
você está mergulhada no amor e prestes a se casar, ou apenas está
planejando essa data nos teus sonhos, que tal uma ajudinha do Buzzsugar
para escolher a trilha da primeira dança dos pombinhos? Eles dão 100 opções
que vão de músicas bem clássicas até mais atuais, além de algumas que
dão vontade de chorar – e não é de emoção. Claro que o quarteto de
Liverpool entra mais de uma vez nesta seleção, e que, se um dia eu subir
ao altar, seria uma opção. Mas gostei de ver uma música pouco conhecida
de Amy Winehouse no meio da lista:
E para você, qual é a música dos sonhos no dia do casamento?
E para você, qual é a música dos sonhos no dia do casamento?
terça-feira, 24 de abril de 2012
Seja você a pessoa certa
O elemento mais comum no imaginário amoroso das pessoas do séc. XXI
é, talvez, o da “pessoa certa” ou “the one”. Estou cansado de ouvir
frases assim: “Ainda não encontrei a pessoa certa” ou
“Será ele o cara certo para mim?”. A “pessoa certa” para quem, para o
quê? Para o grande “eu”, foco de nossas atenções. Para a importantíssima
“minha felicidade”, claro.
A pessoa certa é aquela cujos atributos se acoplam perfeitamente com todos os nossos desejos, hábitos, vícios e peculiaridades. Se sou carente, quero um superprotetor traumatizado (traído da última vez que ficou ausente). Se gosto de vinho, adoraria um homem que seja quase um sommelier. Se sou fascinado por peitos, uma mulher tábua não me serviria.
Tal lógica seria perfeita em um mundo intocado pela impermanência. O problema é que nossas preferências, hábitos e desejos mudam a todo instante. Já tivemos nossas fases gastronômica, carente, acadêmica, cultural, caseira… E assim fomos trocando de parceiros. A situação a que chegamos hoje é simples de resumir: além das relações líquidas, as que tentam ser duradouras dificilmente escapam de situações de traição, adultério e muita, muita dor.
O que aconteceria se invertêssemos essa lógica? Se, em vez de procurarmos pela pessoa certa, tratássemos de ser a pessoa certa? A seguir, vou rascunhar algumas possibilidades nessa outra direção. No entanto, só saberemos se pularmos, mergulharmos e incorporarmos essa outra lógica com nossos poros, retinas, veias. Quem pular nesse abismo, depois passe aqui e nos conte como foi.
Em vez de focar suas energias em encontrar alguém belo, contemple seu próprio corpo e faça surgir beleza dele. Em vez de ficar esperando por alguém inteligente, apenas distribua sua inteligência para qualquer um. Seja a pessoa certa, sem esperar resultados ou retribuições de qualquer tipo.
Se você é mulher, não busque olhares. Irradie aquilo que você não precisa de espelhos para ter a existência confirmada. Se é homem, não pense que o amor é aquilo que você recebe. Seu amor é aquilo que você oferece. Isso ninguém tira, isso você leva junto para onde for.
Estava há pouco conversando com um amigo em conflito. Ele deseja vir trabalhar em São Paulo, mas tem uma namorada há 5 anos em sua cidade. Em um dos momentos, disse: “Posso ir a São Paulo, fazer sucesso profissionalmente e nunca encontrar um amor”. Ora, o amor ele trará junto, nunca será encontrado, só direcionado para outra. Se ele cultivar esse amor, é possível que consiga reconquistar a namorada atual quando voltar à cidade natal anos depois. Se ele voltar esperando receber amor, dificilmente conseguirá conquistá-la novamente.
Reconhecendo a impermanência (sem fugir ou ignorá-la), podemos amar com liberdade. Renunciamos a realização de nossos impulsos neuróticos, largamos os ganchos e oferecemos nossas habilidades para o deleite de nosso parceiro. Na verdade, é isso que sempre desejamos, sem saber como realizar.
Após um fim de namoro dolorido, nossa felicidade não surge quando descobrimos que podemos ser amados novamente. Sentimos a vida pulsar apenas quando descobrimos que podemos amar outra pessoa. É a capacidade para o amor que nos alegra. Nossa felicidade não vem do outro tanto quanto vem de nossa própria potência inata de amar e produzir felicidade em todas as direções.
Na verdade, o amor é livre de fixações, livre de personagens, livre até mesmo dos parceiros que os manifestam. Se depender dos condicionamentos que o trazem à tona, ele terminará quando o casal afundar. Mas o amor oferecido não cessa, não é mesmo? Ele é amplo, vasto, todo abrangente. O amor recebido, este sim cessa.
Qual não é nossa surpresa quando percebemos que, logo após o fim, seguimos com a potência de trazer felicidade ao outro? O amor não cessa pois ele é essa abertura ao outro, essa capacidade de oferecer, oferecer, oferecer. Se podemos sempre oferecer, é sinal que sempre temos amor, mesmo quando parece que ele nos foi arrancado de dentro do peito.
Mostro abaixo, ao mesmo tempo que deixo um desafio a homens e mulheres nesse fim de ano, como o amor livre favorece a fidelidade (não o contrário) e diminui o impulso à traição.
Uma vez solto, canalize tudo em apenas uma mulher (a menos que você realmente consiga fazer duas felizes sem causar complicações, o que hoje duvido ser possível em nossa sociedade). Depois, tome cuidado para não confundir foco com fixação. Seu amor nunca será dela para que sempre seja dela, momento a momento, em um processo incessante de escolha e liberdade.
Assim que você vincular seu amor a ela, ele parecerá surgir de fora e você o sentirá como vindo dela para você. É nesse momento que você pára de oferecer, ou seja, pára de amar. Quando a relação acabar, você terá a certeza de que ela levou seu coração, apagou o Sol e deixou a sala vazia, sem amor algum. É esse o outro lado da “pessoa certa”.
Para você também: seu amor nunca será dele para que seja sempre dele. Enquanto você transpirar amor por todo lado, terá o que oferecer e portanto poderá ser totalmente dele. No instante, porém, que você precisar dele para respirar, você não mais conseguirá oferecer e terá de exigir o amor dele.
Você se lembra dos momentos em que mais foi feliz e aberta? Na maioria deles, havia um outro em cena? Sem querer, vinculamos todas essas sensações a uma ou outra pessoa. Se elas deixarem de proporcionar essas sensações, você será obrigada a buscar um outro que resgate todas as alegrias e toda a beleza que você já vivenciou. Um outro homem que veja beleza em você e movimente tudo aquilo que você desconfia da existência mas não sabe bem como encontrar.
Durante essa busca por amor, você fará muitos homens sofrer. O primeiro vai olhar e revelar beleza. O segundo revelará ainda mais. O terceiro a levará para locais que os dois primeiros nunca sequer vislumbraram. O quarto finalmente a fará mulher. O quinto ensinará todos os prazeres do sexo. O sexto… Até quando? Quando chegará o “The One”? Sinta agora seu corpo, inspire sua beleza, deite-se sobre a certeza de que você já é mulher. Totalmente, inteiramente, deliciosamente mulher. Como a face feminina do amor, ofereça-se ao mundo de corpo e alma. E se ainda quiser causar dor nos homens, produza um outro tipo de dor, if you know what I mean… ;-)
A pessoa certa é aquela cujos atributos se acoplam perfeitamente com todos os nossos desejos, hábitos, vícios e peculiaridades. Se sou carente, quero um superprotetor traumatizado (traído da última vez que ficou ausente). Se gosto de vinho, adoraria um homem que seja quase um sommelier. Se sou fascinado por peitos, uma mulher tábua não me serviria.
Tal lógica seria perfeita em um mundo intocado pela impermanência. O problema é que nossas preferências, hábitos e desejos mudam a todo instante. Já tivemos nossas fases gastronômica, carente, acadêmica, cultural, caseira… E assim fomos trocando de parceiros. A situação a que chegamos hoje é simples de resumir: além das relações líquidas, as que tentam ser duradouras dificilmente escapam de situações de traição, adultério e muita, muita dor.
O que aconteceria se invertêssemos essa lógica? Se, em vez de procurarmos pela pessoa certa, tratássemos de ser a pessoa certa? A seguir, vou rascunhar algumas possibilidades nessa outra direção. No entanto, só saberemos se pularmos, mergulharmos e incorporarmos essa outra lógica com nossos poros, retinas, veias. Quem pular nesse abismo, depois passe aqui e nos conte como foi.
A lógica do oferecer
Uma boa metáfora para contrastar as duas abordagens: se estiver em dúvida entre duas pessoas, não escolha a mais engraçada, mas a que ri de suas piadas. Ou seja, não escolha a que tem mais a lhe proporcionar, e sim aquela que mais pode se beneficiar com o que você tem a oferecer.Em vez de focar suas energias em encontrar alguém belo, contemple seu próprio corpo e faça surgir beleza dele. Em vez de ficar esperando por alguém inteligente, apenas distribua sua inteligência para qualquer um. Seja a pessoa certa, sem esperar resultados ou retribuições de qualquer tipo.
Se você é mulher, não busque olhares. Irradie aquilo que você não precisa de espelhos para ter a existência confirmada. Se é homem, não pense que o amor é aquilo que você recebe. Seu amor é aquilo que você oferece. Isso ninguém tira, isso você leva junto para onde for.
Estava há pouco conversando com um amigo em conflito. Ele deseja vir trabalhar em São Paulo, mas tem uma namorada há 5 anos em sua cidade. Em um dos momentos, disse: “Posso ir a São Paulo, fazer sucesso profissionalmente e nunca encontrar um amor”. Ora, o amor ele trará junto, nunca será encontrado, só direcionado para outra. Se ele cultivar esse amor, é possível que consiga reconquistar a namorada atual quando voltar à cidade natal anos depois. Se ele voltar esperando receber amor, dificilmente conseguirá conquistá-la novamente.
Reconhecendo a impermanência (sem fugir ou ignorá-la), podemos amar com liberdade. Renunciamos a realização de nossos impulsos neuróticos, largamos os ganchos e oferecemos nossas habilidades para o deleite de nosso parceiro. Na verdade, é isso que sempre desejamos, sem saber como realizar.
Após um fim de namoro dolorido, nossa felicidade não surge quando descobrimos que podemos ser amados novamente. Sentimos a vida pulsar apenas quando descobrimos que podemos amar outra pessoa. É a capacidade para o amor que nos alegra. Nossa felicidade não vem do outro tanto quanto vem de nossa própria potência inata de amar e produzir felicidade em todas as direções.
O amor livre como um antídoto ao adultério
Algumas pessoas que já me ouviram falar em “desvincular o amor do amado”, ao propor algo que às vezes chamo de amor livre, reagem com um desconforto e defendem a fidelidade monogâmica – como se “amor livre” significasse poligamia ou justificasse o adultério. Pelo contrário, uma pessoa só trai porque se sente incapaz de reconstruir o amor, curar a relação, sentir-se viva novamente diante do outro e, assim, fazê-lo renascer diferente.Na verdade, o amor é livre de fixações, livre de personagens, livre até mesmo dos parceiros que os manifestam. Se depender dos condicionamentos que o trazem à tona, ele terminará quando o casal afundar. Mas o amor oferecido não cessa, não é mesmo? Ele é amplo, vasto, todo abrangente. O amor recebido, este sim cessa.
Qual não é nossa surpresa quando percebemos que, logo após o fim, seguimos com a potência de trazer felicidade ao outro? O amor não cessa pois ele é essa abertura ao outro, essa capacidade de oferecer, oferecer, oferecer. Se podemos sempre oferecer, é sinal que sempre temos amor, mesmo quando parece que ele nos foi arrancado de dentro do peito.
Mostro abaixo, ao mesmo tempo que deixo um desafio a homens e mulheres nesse fim de ano, como o amor livre favorece a fidelidade (não o contrário) e diminui o impulso à traição.
Recado para os homens
Faça-me um favor. Descubra logo que você pode conquistar e amar qualquer uma. Seja você rico ou pobre, feio ou bonito, você tem tudo o que é necessário para fazer qualquer mulher feliz. Basta liberar seu amor, sem fixações, hesitações ou dúvidas. Enquanto não perceber que seu amor é livre, você continuará testando-o com várias. Enquanto sentir seu amor acabar, você terá de dormir com outras garotas para resgatar sua potência vital.Uma vez solto, canalize tudo em apenas uma mulher (a menos que você realmente consiga fazer duas felizes sem causar complicações, o que hoje duvido ser possível em nossa sociedade). Depois, tome cuidado para não confundir foco com fixação. Seu amor nunca será dela para que sempre seja dela, momento a momento, em um processo incessante de escolha e liberdade.
Assim que você vincular seu amor a ela, ele parecerá surgir de fora e você o sentirá como vindo dela para você. É nesse momento que você pára de oferecer, ou seja, pára de amar. Quando a relação acabar, você terá a certeza de que ela levou seu coração, apagou o Sol e deixou a sala vazia, sem amor algum. É esse o outro lado da “pessoa certa”.
Sugestão para as mulheres
De uma vez por todas, sinta-se inteira como sendo o amor que você busca nos olhares e espelhos do mundo. Você já é aquilo que espera ouvir de um homem. Você já está na ilha paradisíaca de seus sonhos, abraçada e acariciada com declarações de amor. No momento em que você sente que precisa de amor, a carência inunda seu corpo até o ponto em que você precisará de outro olhar para voltar a ser bela.Para você também: seu amor nunca será dele para que seja sempre dele. Enquanto você transpirar amor por todo lado, terá o que oferecer e portanto poderá ser totalmente dele. No instante, porém, que você precisar dele para respirar, você não mais conseguirá oferecer e terá de exigir o amor dele.
Você se lembra dos momentos em que mais foi feliz e aberta? Na maioria deles, havia um outro em cena? Sem querer, vinculamos todas essas sensações a uma ou outra pessoa. Se elas deixarem de proporcionar essas sensações, você será obrigada a buscar um outro que resgate todas as alegrias e toda a beleza que você já vivenciou. Um outro homem que veja beleza em você e movimente tudo aquilo que você desconfia da existência mas não sabe bem como encontrar.
Durante essa busca por amor, você fará muitos homens sofrer. O primeiro vai olhar e revelar beleza. O segundo revelará ainda mais. O terceiro a levará para locais que os dois primeiros nunca sequer vislumbraram. O quarto finalmente a fará mulher. O quinto ensinará todos os prazeres do sexo. O sexto… Até quando? Quando chegará o “The One”? Sinta agora seu corpo, inspire sua beleza, deite-se sobre a certeza de que você já é mulher. Totalmente, inteiramente, deliciosamente mulher. Como a face feminina do amor, ofereça-se ao mundo de corpo e alma. E se ainda quiser causar dor nos homens, produza um outro tipo de dor, if you know what I mean… ;-)
segunda-feira, 23 de abril de 2012
Relacionamentos Lúdicos
Eu evito essa definição porque nossa reação imediata é tentar viver
de acordo com modelos e ideais. Mesmo quando são boas referências, essa
tendência de comparar o que surge com um modelo de sucesso só traz
confusão e sofrimento. Por outro lado, não ter referenciais é igualmente
frustrante, especialmente hoje, num momento em que os casais em
evidência não oferecem grandes exemplos do que pode ser um
relacionamento profundo.
Com isso em mente, podemos descrever algumas qualidades possíveis para qualquer casal incorporar em sua própria história, no encaixe que der, do jeito que der tesão para ambos.
Uma dessas qualidades é a generosidade, no espaço ocupado normalmente pela carência. Em vez de exigir, esperar, cobrar ou pedir (seja no começo, no meio, no fim ou após o fim da relação), oferecer. Em vez de olhar como o outro pode nos fazer feliz, descobrir como podemos fazê-lo feliz e sentir como isso nos deixa muito bem, como isso dá sentido para nossa vida, dá brilho no olho, energia, potência.
Outra qualidade de um relacionamento exemplar (que inspira outros casais) é a ludicidade, a capacidade de enxergar todas as coisas como construções, encenações, sonhos, filmes. Tirar a solidez daquela situação angustiante, se fazer de palhaço no meio de uma briga seríssima, beijar do nada, sorrir para os problemas, inventar mitologias, surrealidades próprias, e sempre lembrar que o casamento, por mais sólido que seja, é apenas uma aura projetada, um filme que criamos e decidimos seguir vivendo, não uma realidade imutável.
O outro é sempre livre e mantém uma vida pulsante e misteriosa para além das identidades construídas em sua relação conosco. A mulher é sempre maior que a esposa. O homem pode deixar de ser o marido a qualquer momento.
Perceber isso antes que a identidade se dissolva, antes da crise, antes do fim, perceber isso durante a encenação é o que confere essa qualidade lúdica e mágica para a relação se aprofundar e para ambos sempre se surpreenderem com essa loucura que se apresenta como o cotidiano natural, essa alucinação que parece muito real, como um jogo delicioso de criança.
Um terceiro aspecto é a abertura, no sentido de não criar regras e não se afastar do outro, mesmo quando estamos distantes. Ou seja, manter o espaço aberto, manter a comunicação mesmo quando dói, mesmo quando tudo nos leva à defesa, ao fechamento. Isso é crucial e raríssimo nos casais. Por exemplo, quando surge ciúme, essa aflição atua como um agente infiltrado que joga um contra o outro: um enxerga o outro como inimigo, como sendo o responsável pelo problema, pelas emoções, pensamentos e sensações negativas que surgem.
Alguns pensam que comunicação é “DR” (discutir a relação), mas na maioria dessas conversas só apontamos um para o outro, não para os verdadeiros obstáculos. Manter a comunicação quando tudo vai mal é saber ficar junto no meio da dor, da confusão, da incerteza, da insatisfação. Poucos são os casais que exploram esses terrenos mais escuros. A maioria espana nessa hora – ou, pior, aguenta encarando tudo como um peso, não como um desafio.
Quando há abertura, o ciúme não tem paredes para se esconder, então ambos olham o verdadeiro inimigo: a aflição, o ciúme. E eles se unem ainda mais para superá-lo. É como detectar um câncer na relação. O que é melhor: tratar o câncer brigando ou se cuidando? É assim que poderíamos nos relacionar com todos os obstáculos que surgem na relação, venha de onde vier, não importa: do banco, da família, da garagem, da UTI, da pia da cozinha, do homem, da mulher, de um terceiro, de um quarto… ;-)
Com isso em mente, podemos descrever algumas qualidades possíveis para qualquer casal incorporar em sua própria história, no encaixe que der, do jeito que der tesão para ambos.
Uma dessas qualidades é a generosidade, no espaço ocupado normalmente pela carência. Em vez de exigir, esperar, cobrar ou pedir (seja no começo, no meio, no fim ou após o fim da relação), oferecer. Em vez de olhar como o outro pode nos fazer feliz, descobrir como podemos fazê-lo feliz e sentir como isso nos deixa muito bem, como isso dá sentido para nossa vida, dá brilho no olho, energia, potência.
Outra qualidade de um relacionamento exemplar (que inspira outros casais) é a ludicidade, a capacidade de enxergar todas as coisas como construções, encenações, sonhos, filmes. Tirar a solidez daquela situação angustiante, se fazer de palhaço no meio de uma briga seríssima, beijar do nada, sorrir para os problemas, inventar mitologias, surrealidades próprias, e sempre lembrar que o casamento, por mais sólido que seja, é apenas uma aura projetada, um filme que criamos e decidimos seguir vivendo, não uma realidade imutável.
O outro é sempre livre e mantém uma vida pulsante e misteriosa para além das identidades construídas em sua relação conosco. A mulher é sempre maior que a esposa. O homem pode deixar de ser o marido a qualquer momento.
Perceber isso antes que a identidade se dissolva, antes da crise, antes do fim, perceber isso durante a encenação é o que confere essa qualidade lúdica e mágica para a relação se aprofundar e para ambos sempre se surpreenderem com essa loucura que se apresenta como o cotidiano natural, essa alucinação que parece muito real, como um jogo delicioso de criança.
Um terceiro aspecto é a abertura, no sentido de não criar regras e não se afastar do outro, mesmo quando estamos distantes. Ou seja, manter o espaço aberto, manter a comunicação mesmo quando dói, mesmo quando tudo nos leva à defesa, ao fechamento. Isso é crucial e raríssimo nos casais. Por exemplo, quando surge ciúme, essa aflição atua como um agente infiltrado que joga um contra o outro: um enxerga o outro como inimigo, como sendo o responsável pelo problema, pelas emoções, pensamentos e sensações negativas que surgem.
Alguns pensam que comunicação é “DR” (discutir a relação), mas na maioria dessas conversas só apontamos um para o outro, não para os verdadeiros obstáculos. Manter a comunicação quando tudo vai mal é saber ficar junto no meio da dor, da confusão, da incerteza, da insatisfação. Poucos são os casais que exploram esses terrenos mais escuros. A maioria espana nessa hora – ou, pior, aguenta encarando tudo como um peso, não como um desafio.
Quando há abertura, o ciúme não tem paredes para se esconder, então ambos olham o verdadeiro inimigo: a aflição, o ciúme. E eles se unem ainda mais para superá-lo. É como detectar um câncer na relação. O que é melhor: tratar o câncer brigando ou se cuidando? É assim que poderíamos nos relacionar com todos os obstáculos que surgem na relação, venha de onde vier, não importa: do banco, da família, da garagem, da UTI, da pia da cozinha, do homem, da mulher, de um terceiro, de um quarto… ;-)
SÃO JORGE 23/04
Centenas de fiéis de todo o país comemoram nesta segunda-feira o Dia de São Sorge, santo que morreu aos 23 anos, no dia 23 de abril, por professar sua fé cristã.
São Jorge é considerado o padroeiro extraoficial do Rio de Janeiro, seguido de São Sebastião, que é o oficial. Por causa do alto número de devotos, foi decretado feriado estadual em 2008 no dia de sua morte (Lei nº 5.198).
O mártir cristão terá o dia em sua homenagem repleto de comemorações.
O prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, participou da tradicional missa solene em homenagem ao Santo, celebrada pelo arcebispo do Rio, Dom Orani João Tempesta, na Paróquia de São Jorge, em Quintino, na zona norte do estado carioca.
Durante o dia todo irão acontecer missas e celebrações em homenagem ao santo. Na Igreja de Quintino, uma das principais do santo no Rio, os festejos começaram às 4h15 com a encenação do "Mito do Dragão", com 20 atores, seguida da missa da alvorada às 5h.
História de São Jorge
Segundo a tradição, São Jorge nasceu na Capadócia, região do centro da Anatólia, que atualmente faz parte da República da Turquia. O santo mudou para a Palestina e perdeu os pais ainda jovem.
Na adolescência, Jorge entrou para o exército e, dada suas habilidades com as armas, logo foi promovido a capitão do exército romano, recebendo depois o título de conde da Capadócia.
Após a morte da mãe e vendo a extrema pobreza do povo distribuiu suas riquezas aos mais carentes. Na corte do imperador Diocleciano, Jorge foi contra a determinação para matar todos os cristãos.
Seu ato foi considerado uma afronta pelo imperador Diocleciano e o guerreiro foi torturado para que negasse a sua fé. Como ele não renunciou ao cristianismo, foi degolado no dia 23 de abril de 303.
São Jorge é também representado por um guerreiro matando um dragão, imagem tipicamente brasileira, talvez por forte influência da cultura africana. O santo é reverenciado na umbanda e no candomblé como Ogum, orixá ferreiro, senhor dos metais.
domingo, 22 de abril de 2012
Reflita
Ótima reflexão de Pablo Neruda...
Morre lentamente quem não viaja,
Quem não lê,
Quem não ouve música,
Quem destrói o seu amor-próprio,
Quem não se deixa ajudar.
Morre lentamente quem se transforma escravo do hábito,
Repetindo todos os dias o mesmo trajeto,
Quem não muda as marcas no supermercado,
não arrisca vestir uma cor nova,
não conversa com quem não conhece.
Morre lentamente quem evita uma paixão,
Quem prefere O "preto no branco"
E os "pontos nos is" a um turbilhão de emoções indomáveis,
Justamente as que resgatam brilho nos olhos,
Sorrisos e soluços, coração aos tropeços, sentimentos.
Morre lentamente quem não vira a mesa quando está infeliz no trabalho,
Quem não arrisca o certo pelo incerto atrás de um sonho,
Quem não se permite,
Uma vez na vida, fugir dos conselhos sensatos.
Morre lentamente quem passa os dias queixando-se da má sorte ou da
Chuva incessante,
Desistindo de um projeto antes de iniciá-lo,
não perguntando sobre um assunto que desconhece
E não respondendo quando lhe indagam o que sabe.
Evitemos a morte em doses suaves,
Recordando sempre que estar vivo exige um esforço muito maior do que o
Simples ato de respirar.
Estejamos vivos, então!
sábado, 21 de abril de 2012
Vida!
Nossas vidas não são como uma certeza a qual todos os movimentos são passíveis de medidas e cálculos como um jogo de lógica. Nossas vidas são passíveis ao acaso, submetidas aos caprichos, não meus, não seus mas, de todos. Ao fim de um dia podemos somente medir o quanto mudaram nós e as coisas e tudo mais. Ao caminhar da madrugada percebemos o quanto perdemos em sorrisos, abraços, amores, carícias, palavras, pensamentos, olhares e vida. Percebemos que tudo influi, e tudo atrapalha. A tristeza e a alegria, são inimigos que convivem de braços dados, não há um sem o outro e nem os dois sem algum. Ao passo em que tudo cai, há uma pequena fagulha que reergue. Um dia de perdas, se restabelece num sorriso, e assim continuamos a vida.
quinta-feira, 19 de abril de 2012
Tá faltando é leveza !
Para quem acompanha diariamente as notícias, lê jornais, facebook, twitter, blogs e afins..ufa! são tantas coisas hoje em dia, mas enfim, sabe que texto bom mesmo é aquele que gera polêmica, nesse mundo tão patrulhado em que falar mal de qualquer coisa pode
gerar um turbilhão de críticas indignadas. Não se pode mais falar mal do
BBB porque se é metido a intelectual, não se pode criticar Chico
Buarque e muito menos o cinema nacional.
Mas existem assuntos que estão em pauta desde que o mundo é mundo, e isso é inevitável.
Há uma busca geral por leveza.
Leveza perdida num relacionamento que ficou chato, em meio aos afazeres diarios, as compras do mês, as contas a pagar, as demandas dos filhos, as cobranças da profissão. Uma vez um amigo me disse: nós, homens, só queremos uma companhia legal para sair, conversar, rir um pouco e dar uma transada. Essa é a mais pura – e simples – realidade. Pois bem: muitas mulheres também querem isso. Então onde mora o “problema”?
Quando temos 20 e poucos anos, vivemos a vida com um ar meio blasé de quem tem tempo de sobra para não esperar nada dos acontecimentos. A experiência deveria nos ensinar a levar isso ainda mais ao pé da letra – mas, ao contrário, nos torna impacientes e implacáveis com as falhas, nossas e alheias.
Essa dinâmica destrutiva nos endurece, enfurece, emburrece desnecessariamente. E nos impede de encontrar algo quando menos esperamos. Já ouviu esta frase? Ela é mágica. Fascinante. Serendipity. Eu acredito no acaso. Vamos parar de procurar e acreditar mais nele?
Mas existem assuntos que estão em pauta desde que o mundo é mundo, e isso é inevitável.
Há uma busca geral por leveza.
Leveza perdida num relacionamento que ficou chato, em meio aos afazeres diarios, as compras do mês, as contas a pagar, as demandas dos filhos, as cobranças da profissão. Uma vez um amigo me disse: nós, homens, só queremos uma companhia legal para sair, conversar, rir um pouco e dar uma transada. Essa é a mais pura – e simples – realidade. Pois bem: muitas mulheres também querem isso. Então onde mora o “problema”?
Quando temos 20 e poucos anos, vivemos a vida com um ar meio blasé de quem tem tempo de sobra para não esperar nada dos acontecimentos. A experiência deveria nos ensinar a levar isso ainda mais ao pé da letra – mas, ao contrário, nos torna impacientes e implacáveis com as falhas, nossas e alheias.
Essa dinâmica destrutiva nos endurece, enfurece, emburrece desnecessariamente. E nos impede de encontrar algo quando menos esperamos. Já ouviu esta frase? Ela é mágica. Fascinante. Serendipity. Eu acredito no acaso. Vamos parar de procurar e acreditar mais nele?
Medo de amar..isso existe mesmo ?
Trata-se de um assunto recorrente.
O tal “medo de amar” seria o temor de se entregar e perder o controle a situação. Fala-se muito que os homens têm mais medo de amar do que as mulheres. E já ouvi muitas mulheres explicando que o cara não ligou ou terminou o relacionamento por…medo de amar. Homens também podem dizer isso de mulheres que pularam fora do caso.
Mas o tal “medo de amar” existe mesmo?
Tenho minhas dúvidas. Acho que é uma boa desculpa. E uma boa defesa. Quando a paixão vem, não existe medo de amar nenhum. Se alguém foge, não é porque tem medo. É porque não tem amor. Simples assim.
Mas, claro, é mais fácil achar que uma mulher ou um homem não levou o relacionamento à frente por ter medo de alguma coisa do que simplesmente porque não está a fim da gente. Acabou de ser lançado aqui no Brasil o livro Por que ele não ligou de volta?, de uma especialista em relacionamentos americana, que afirma ter entrevistado milhares de homens para pegar suas explicações. Mas, antes de apresentá-las, ela lista os motivos que as mulheres alegam para que eles não tenham telefonado. Destes, 21% acreditam que algum “medo” impediu o retorno: “medo de intimidade”, “medo de se magoar de novo”, “medo de compromisso”.
Arram.
Você acredita de verdade nisso?
Inverta o jogo: imagine que você, solteira e disponível, foi a uma festa e conheceu um cara muito legal. Conversaram, dançaram, ficaram. Ele diz que vai esperar você ligar pra ele. Agora imagine essa situação: você gostou dele, achou que combina com seu jeito, pensou nele quand dormiu e quando acordou mas… infelizmente você tem “medo de amar”. Ou “medo de compromisso”. Ou “medo de intimidade”. Então você não liga. E nunca mais o vê.
Isso é possível de acontecer? Não. Também não é possível de acontecer do outro lado. Os caras que gostam ligam. Os caras que se interessam comparecem. Os caras que se apaixonam perseguem você como bichinhos de verão na luz. Se ele não procurou, é porque não gostou, não se interessou, não se apaixonou.
O medo de amar não existe. A única coisa que existe é o medo de não ser amada.
É o que eu acho. E você?
Elegância
Existe uma coisa difícil de ser ensinada e que, talvez por isso, esteja
cada vez mais rara : a elegância do comportamento. É um dom que vai
muito além do uso correto dos talheres e que abrange bem mais do que
dizer um simples obrigado diante de uma gentileza.
É a elegância que nos acompanha da primeira hora da manhã até a hora de dormir e que se manifesta nas situações mais prosaicas, quando não há festa alguma nem fotógrafos por perto.
É uma elegância desobrigada.
É possível detectá-la nas pessoas que elogiam mais do que criticam. Nas pessoas que escutam. E quando falam, passam longe da fofoca, das pequenas maldades ampliadas no boca a boca.
É possível detectá-la nas pessoas que não usam um tom superior de voz ao se dirigir a frentistas.
Nas pessoas que evitam assuntos constrangedores porque não sentem prazer em humilhar os outros.
É possível detectá-la em pessoas pontuais.
Elegante é quem demonstra interesse por assuntos que desconhece, é quem presenteia fora das datas festivas, é quem cumpre o que promete e, ao receber uma ligação, não recomenda à secretária que pergunte antes quem está falando e só depois manda dizer se está ou não está.
Oferecer flores é sempre elegante.
É elegante não ficar espaçoso demais.
É elegante você fazer algo por alguém e este alguém jamais saber o que você teve que se arrebentar para o fazer...
É elegante não mudar seu estilo apenas para se adaptar ao outro.
É muito elegante não falar de dinheiro em bate-papos informais.
É elegante retribuir carinho e solidariedade.
É elegante o silêncio, diante de uma rejeição....
Sobrenome, jóias e nariz empinado não substituem a elegância do gesto.
Não há livro que ensine alguém a ter uma visão generosa do mundo, a estar nele de uma forma não arrogante.
É elegante a gentileza; atitudes gentis falam mais que mil imagens...
Abrir a porta para alguém? É muito elegante.
Dar o lugar para alguém sentar? É muito elegante.
Sorrir, sempre é muito elegante e faz um bem danado para a alma...
Oferecer ajuda? Muito elegante.
Olhar nos olhos ao conversar? Essencialmente elegante.
Pode-se tentar capturar esta delicadeza natural pela observação, mas tentar imitá-la é improdutivo.
A saída é desenvolver em si mesma a arte de conviver, que independe de status social: é só pedir licencinha para o nosso lado brucutu, que acha que "com amigo não tem que ter estas frescuras".
Se os amigos não merecem uma certa cordialidade, os inimigos é que não irão desfrutá-la.
Educação enferruja por falta de uso.
E, detalhe: não é frescura.
É a elegância que nos acompanha da primeira hora da manhã até a hora de dormir e que se manifesta nas situações mais prosaicas, quando não há festa alguma nem fotógrafos por perto.
É uma elegância desobrigada.
É possível detectá-la nas pessoas que elogiam mais do que criticam. Nas pessoas que escutam. E quando falam, passam longe da fofoca, das pequenas maldades ampliadas no boca a boca.
É possível detectá-la nas pessoas que não usam um tom superior de voz ao se dirigir a frentistas.
Nas pessoas que evitam assuntos constrangedores porque não sentem prazer em humilhar os outros.
É possível detectá-la em pessoas pontuais.
Elegante é quem demonstra interesse por assuntos que desconhece, é quem presenteia fora das datas festivas, é quem cumpre o que promete e, ao receber uma ligação, não recomenda à secretária que pergunte antes quem está falando e só depois manda dizer se está ou não está.
Oferecer flores é sempre elegante.
É elegante não ficar espaçoso demais.
É elegante você fazer algo por alguém e este alguém jamais saber o que você teve que se arrebentar para o fazer...
É elegante não mudar seu estilo apenas para se adaptar ao outro.
É muito elegante não falar de dinheiro em bate-papos informais.
É elegante retribuir carinho e solidariedade.
É elegante o silêncio, diante de uma rejeição....
Sobrenome, jóias e nariz empinado não substituem a elegância do gesto.
Não há livro que ensine alguém a ter uma visão generosa do mundo, a estar nele de uma forma não arrogante.
É elegante a gentileza; atitudes gentis falam mais que mil imagens...
Abrir a porta para alguém? É muito elegante.
Dar o lugar para alguém sentar? É muito elegante.
Sorrir, sempre é muito elegante e faz um bem danado para a alma...
Oferecer ajuda? Muito elegante.
Olhar nos olhos ao conversar? Essencialmente elegante.
Pode-se tentar capturar esta delicadeza natural pela observação, mas tentar imitá-la é improdutivo.
A saída é desenvolver em si mesma a arte de conviver, que independe de status social: é só pedir licencinha para o nosso lado brucutu, que acha que "com amigo não tem que ter estas frescuras".
Se os amigos não merecem uma certa cordialidade, os inimigos é que não irão desfrutá-la.
Educação enferruja por falta de uso.
E, detalhe: não é frescura.
quarta-feira, 18 de abril de 2012
Como salvar seu casamento
As estatísticas mundiais não são boas. Na média, 50%
dos atuais casamentos terminam em divórcio. No Brasil, cai, ano a ano, o
índice de casamentos entre solteiros, cresce o número de casamentos
entre divorciados e, também, o número de divórcios. O IBGE revelou que a
taxa de divórcio atingiu, no país, em 2010, o seu maior valor, nos
últimos 26 anos: 1,8‰ (1,8 divórcios para cada mil pessoas de 20 anos ou
mais), um acréscimo de 36,8% em relação a 2009.
Isso quer dizer que é mais aceitável se divorciar ou que estamos mais
intolerantes com o outro? Quer dizer que as relações estão banais ou
que perdemos a capacidade de dialogar, conversar, confrontar?Enquanto não respondemos a essa nova pesquisa, vale aqui algumas maneiras de salvaguardar sua relação. Fica, também, o convite, para que pense bem antes do SIM. Afinal, casamento não é brincadeira, não é descartável. O outro não é uma coisa, é um ser humano. O mesmo que o encantou, há tempos atrás, o mesmo que o desapontou com sua imperfeição, o mesmo: HUMANO.
Façam coisas juntos!
Fique atento ao tempo que passa com o outro. Priorize fazer coisas agradáveis com o outro. Programem-se para, pelo menos, uma vez por semana sair e se divertir. Parque, cinema, restaurante, filme em casa? Não importa. O que conta é rir juntos, divertir-se, dialogar.
Melhorem a comunicação.
Abram o diálogo, comentem como se sentem com determinadas atitudes do outro. Façam, de forma, a não criticar, mas a constatar o que vocês poderiam modificar em prol da relação - entendam isso como uma sugestão e não como uma ordem. A comunicação precisa estar sempre aberta, para emitir e receber. Falar e ouvir. Acolher. Façam de um modo a não gerar ressentimentos, em não mentir ou omitir. E depois, consenso. Negociem.
Entenda: Você não pode transformar o outro.
Logo, algumas coisas terão de ser colocadas de lado. Mesmo aquelas que o irritam e que não podem ser transformadas, no momento. Não há como fazer com que o outro mude porque queremos. Não há como controlar o outro a esse ponto.
Exercite, por isso, entregar, confiar e aceitar.
Aprenda brincar.
Ria, sorria, divirta-se com e sem o outro. Dance, cante, corra, alongue-se, faça coisas que o tirem do centro. Que o tirem do marasmo e que lhe permita ser algo mais. Algo mais alegre, algo mais imprevisível. O outro pode não entender, mas você vai se sentir bem melhor. É com esse melhor que seduzimos e conquistamos o coração do outro para sempre!
Mantenha a chama viva.
Invente, experimente, faça diferente. Ouse! Por que não? Ele é seu companheiro. Aquele que escolheu para uma vida. Por que, então, não trocar fantasias, expectativas, possibilidades?
Estas e outras dicas, você pode encontrar em diferentes sites de relacionamento. Agora, podemos fazer aqui, neste espaço, o nosso Manual. Vamos nessa? Deixe aqui suas dicas para salvar seu casamento. Deixe aquelas que testou e que, quem sabe, ajudarão, também, outros leitores.
O que faz você feliz ?
Hoje acordei pensando em tanta coisa...tantas idéias, estórias para contar aqui..mas a mais importante é quando percebemos quem são as pessoas mais importantes na nossa vida e o porque.
Eu não consigo viver sem minha filha, família, meu marido (companheiro, amigo, confidente) e minhas amigas..até aí tudo bem, todo mundo diz isso, é bem comum, mas cada uma dessas pessoas teve um momento muito importante na minha vida, alguma coisa que marcou, e eu sempre lembrarei.
Hoje pra mim é um dia de reflexão, de lembraças, de sonhos...
É dia de recordar cada abraço, beijo, lágrima, despedida, chegada, telefonemas, mensagens, olhares...aaah! Hoje é o dia que acordei mega romântica, com saudade, mas não aquela saudade que dói...estou com a saudade de puuutz como foi bom e em breve terei de novo!
Por isso sou feliz!
Eu não consigo viver sem minha filha, família, meu marido (companheiro, amigo, confidente) e minhas amigas..até aí tudo bem, todo mundo diz isso, é bem comum, mas cada uma dessas pessoas teve um momento muito importante na minha vida, alguma coisa que marcou, e eu sempre lembrarei.
Hoje pra mim é um dia de reflexão, de lembraças, de sonhos...
É dia de recordar cada abraço, beijo, lágrima, despedida, chegada, telefonemas, mensagens, olhares...aaah! Hoje é o dia que acordei mega romântica, com saudade, mas não aquela saudade que dói...estou com a saudade de puuutz como foi bom e em breve terei de novo!
Por isso sou feliz!
terça-feira, 17 de abril de 2012
Gentee, quem acompanha meu blog tá careca de saber que nunca postei nada sobre receitas! hahaha
Motivo: não que eu não goste de cozinha, mas eu não sabia cozinhar! Vim passar uns dias na casa da mamãe, e olha só, não é que gostei da cozinha? Percebi que cozinhar é uma arte e está muito além de apenas temperos e combinações, deixei a imaginação fluir e fiz esta farofa que a criançada aqui de casa adoraram!
Ingredientes
2 colheres de sopa de manteiga
1 colher de sopa de óleo
1 cebola ralada
100 g de linguiça fresca
100g de bacon picado
1/4 de xicara de ervilha em conserva
1 e 1/2 xícara de chá de farinha de mandioca crua
1 ovo cozido e picado
Modo de Preparo
Doure a cebola na mistura de manteiga e óleo.
Junte a lingüiça e o bacon refogue bem.
Junte a farinha na mesma panela com a gordura do bacon e da linguiça.
Adicione as ervilha e o ovo cozido, mexendo bem.
Sem deixar grudar no fundo da panela.
Desligue e o fogo, trasfira para uma tigela.
Sirva quente.
Obs: Eu DETESTO azeitonas, mas se vc gostar, fique à vontade para adiciona-las a receita. ;o)
2 colheres de sopa de manteiga
1 colher de sopa de óleo
1 cebola ralada
100 g de linguiça fresca
100g de bacon picado
1/4 de xicara de ervilha em conserva
1 e 1/2 xícara de chá de farinha de mandioca crua
1 ovo cozido e picado
Modo de Preparo
Doure a cebola na mistura de manteiga e óleo.
Junte a lingüiça e o bacon refogue bem.
Junte a farinha na mesma panela com a gordura do bacon e da linguiça.
Adicione as ervilha e o ovo cozido, mexendo bem.
Sem deixar grudar no fundo da panela.
Desligue e o fogo, trasfira para uma tigela.
Sirva quente.
Obs: Eu DETESTO azeitonas, mas se vc gostar, fique à vontade para adiciona-las a receita. ;o)
Vamos ver o que vem pela frente agora neh? heheh
Beijos.
Over!
Rihanna, que sempre desfila por aí com novos cortes e
diferentes tons de cabelo, apareceu em Nova York, no começo desta
semana, com um look para lá de ousado: a cantora deixou uma faixa preta bem larga na raiz,
contrastando com o loiro que vem mantendo nos últimos meses. E parece
que após alguns cliques que bombaram na internet, ela começou a se
preocupar e andou disfarçando o “desleixe” com gorros e chapéus. Não
parece a melhor solução se a intenção for voltar ao tom natural! E você,
o que acha desta raiz preta? Sexy ou over?
Relação perigosa: a mulher-satélite encontra o Homem-sol
Conheço uma garota que namorava um corintiano e fazia juras de amor
ao clube do Parque São Jorge. Mais tarde, apareceu com um agasalho do
São Paulo. Dizia ser tricolor desde criancinha, mas só entendeu isso
quando arrumou um namorado são-paulino. Hoje, é santista. Sim, trocou de
homem de novo e embarcou na paixão do atual por outro time. Na verdade,
ela nem deve gostar de futebol. É apenas o exemplo perfeito da mulher-satélite, que segue sempre a órbita do cara com quem sai.
Aposto que você tem uma amiga assim. Conheceu-a correndo atrás de trio elétrico usando abadá verde-limão, testemunhou a fase das camisetas pretas do Metallica e não entendeu nada quando ela apareceu de cabelo roxo te convidando para uma rave eletrônica. Tudo depende do cara com quem ela sai. Por causa de um namoro, a moça é capaz de mudanças radicais, como passar, em um piscar de olhos, de ativista vegan a frequentadora de festa de peão e boiadeiro.
Por outro lado, é muito provável que você conheça sujeitos nada maleáveis. É o tipo que só leva a namorada ao cinema se for para ver os filmes que ele curte. Não falta às festas dos amigos dele, mas nunca topa encontrar os dela. Dita até o que a mulher pode e não pode vestir ao seu lado. Pois é, o homem-sol pensa que tudo gira em torno dele. E quando a mulher-satélite e o homem-sol se encontram, está formado o casal mais chato do universo.
Ouço vocês reclamando que os caras de hoje gostam de mulher “sem sal”. Ou seja, sem personalidade, para eles poderem manipular à vontade. Concordo que muitos se sentem ameaçados por moças decididas. Mas isso é porque eles também não botam muita fé neles mesmos. Então comece a filtrar por aí. O cara se assustou por você dar a cantada nele em vez de esperar o contrário? Azar dele, pois parece não estar preparado para uma mulher que sabe o que quer.
Para mim, não há esperança para o homem-sol, mas a mulher-satélite tem cura. O primeiro passo é investir mais na individualidade e ir atrás de atividades e compromissos que ela aprecie, independente do envolvimento do amado. Conheço um casal superapaixonado que até tira férias em duas prestações: duas semanas na mesma época, para viajarem juntos, e duas em períodos diferentes, para cada um relaxar a seu modo. Saber respeitar o espaço do outro é essencial. Uma amiga diz que os homens são melhores em arrumar compromissos fora da relação (não, não me refiro a infidelidade). Dificilmente, o cara abre mão de bater uma bolinha toda semana ou desiste de encontrar os amigos no bar, por exemplo. Já muitas mulheres deixam de fazer o que gostam para viver a vida do amado e não sabem muito como viver quando estão sozinhas.
Outro passo é compartilhar mais seus gostos e opiniões sem receio de bater de frente com ele. A gente vive reclamando que vocês pegam no nosso pé. Mas acho que a maioria não suportaria muito tempo uma mulher que concordasse com ele em tudo. Acho que eu começaria a dar opiniões polêmicas, só para ver se a forço a me contrariar um pouco. Não sei se os opostos se atraem, mas as diferenças não necessariamente afastam. Muitas vezes, elas até somam.
Aposto que você tem uma amiga assim. Conheceu-a correndo atrás de trio elétrico usando abadá verde-limão, testemunhou a fase das camisetas pretas do Metallica e não entendeu nada quando ela apareceu de cabelo roxo te convidando para uma rave eletrônica. Tudo depende do cara com quem ela sai. Por causa de um namoro, a moça é capaz de mudanças radicais, como passar, em um piscar de olhos, de ativista vegan a frequentadora de festa de peão e boiadeiro.
Por outro lado, é muito provável que você conheça sujeitos nada maleáveis. É o tipo que só leva a namorada ao cinema se for para ver os filmes que ele curte. Não falta às festas dos amigos dele, mas nunca topa encontrar os dela. Dita até o que a mulher pode e não pode vestir ao seu lado. Pois é, o homem-sol pensa que tudo gira em torno dele. E quando a mulher-satélite e o homem-sol se encontram, está formado o casal mais chato do universo.
Ouço vocês reclamando que os caras de hoje gostam de mulher “sem sal”. Ou seja, sem personalidade, para eles poderem manipular à vontade. Concordo que muitos se sentem ameaçados por moças decididas. Mas isso é porque eles também não botam muita fé neles mesmos. Então comece a filtrar por aí. O cara se assustou por você dar a cantada nele em vez de esperar o contrário? Azar dele, pois parece não estar preparado para uma mulher que sabe o que quer.
Para mim, não há esperança para o homem-sol, mas a mulher-satélite tem cura. O primeiro passo é investir mais na individualidade e ir atrás de atividades e compromissos que ela aprecie, independente do envolvimento do amado. Conheço um casal superapaixonado que até tira férias em duas prestações: duas semanas na mesma época, para viajarem juntos, e duas em períodos diferentes, para cada um relaxar a seu modo. Saber respeitar o espaço do outro é essencial. Uma amiga diz que os homens são melhores em arrumar compromissos fora da relação (não, não me refiro a infidelidade). Dificilmente, o cara abre mão de bater uma bolinha toda semana ou desiste de encontrar os amigos no bar, por exemplo. Já muitas mulheres deixam de fazer o que gostam para viver a vida do amado e não sabem muito como viver quando estão sozinhas.
Outro passo é compartilhar mais seus gostos e opiniões sem receio de bater de frente com ele. A gente vive reclamando que vocês pegam no nosso pé. Mas acho que a maioria não suportaria muito tempo uma mulher que concordasse com ele em tudo. Acho que eu começaria a dar opiniões polêmicas, só para ver se a forço a me contrariar um pouco. Não sei se os opostos se atraem, mas as diferenças não necessariamente afastam. Muitas vezes, elas até somam.
5 Hobbies que todo Homem deveria ter para se dar bem com as mulheres
Certo dia estava eu sentada em uma mesa de bar com meu marido, e como sou observadora master, prestei atenção em um casal, onde o homem se aproxima dela para conversar e por pouco tempo mantém uma conversa distraída, logo ficam sem assunto e remendar com um truque de mágica. Enquanto ele picotava um guardanapo,
vi o nível de interesse dela despencar. Mas me solidarizo. O coitado
estava apenas agindo conforme um dos mandamentos masculinos, mas será que SÓ isso basta ?
Abaixo eu listo 5 dicas que com certeza nós mulheres iríamos adorar se nossos Homens tivessem.
1- Culinária: há algo em um homem de avental que nos deixa arrepiadas, não?Um detalhe interessante é que o cara não precisa ser um Alex Atala. Basta ter um carro-chefe, aquele prato que ele chama por aí de sua especialidade (ainda que seja a única receita que acerte). Só para poder dizer “Você tem que experimentar o meu risoto” e te fisgar.Isso faz bem para o relacionamento e nos chama MUITOOO atenção.
2- Massagem terapêutica: A mulher que se deparar com um homem que após ela chegar axausta do trabalho lhe oferecer uma massagem, ah! com certeza ela saberá te recompensar muito bem.. Afinal, achar aquele nozinho chato nas costas de uma mulher é quase tão digno de aplauso quanto encontrar o ponto G dela.
3- Música: não me refiro a músicos profissionais, que compõem partituras e tocam em bares. Falo daquele sujeito que, no meio de um luau na praia, saca um violão e manda algum hit do passado que todo mundo reconhece. Esse cara nunca sonhou em ter uma banda ou gravar um disco. Ele queria as mulheres que seus ídolos levavam para o camarim. Um tempo atrás, um amigo começou a aprender saxofone. Sério, um trintão que nunca tocou nada comprar um sax e fazer aulas quer o quê? Estudar as raízes da música negra americana e ser um grande bluesman de nome Fat Dog Johnson? Não, ele quer ter um instrumento sexy decorando sua sala de estar. Cresci em uma família de músicos, meu pai é guitarrista e a minha mãe era sua empresária, ou seja..acho fascinante esse universo!
4- Astrologia: sim, falar sobre conjunção astral está entre as cantadas mais batidas da história do cortejo, um patamar acima de perguntar o telefone do cachorrinho. Mas é impressionante como ainda rende uma conversa. Já testemunhei várias vezes um amigo usando a tática de quem combina com quem. É apenas uma forma de fazer contato. Não precisa ser uma Susan Miller. Basta saber por alto quais são os mais encrenqueiros do zodíaco e decorar todas as características positivas referentes ao seu próprio signo. Principalmente, aquelas relativas a sexo.
5- Dança: só há duas razões para um homem fazer aulas de dança de salão. Ou ele é comprometido e foi convencido pela amada a fazer uma atividade a dois. Ou é solteiro e acha que soltar a cintura vai aproximá-lo das garotas. Uma vez, em um bar de samba-rock, chamou minha atenção um zarolho baixinho e gorducho que mandava muito bem nas pistas. Acho que ele dançou com as mulheres mais lindas da casa. E foi o sujeito mais invejado da noite. Um outro fato que super chamou minha atenção, uma vez estava com meu marido em um sítio, e mesmo ele não sabendo dançar arriscou vários passos de dança comigo por pura diversão! Existe algo mais sexy do que isso?? Nãaaaaao!!
OBSERVAÇÃO: o homem talvez queira impressionar apenas uma mulher, aquela que já está dividindo uma vida com ele e que merece ser reconquistada sempre. E para isso, também pode usar as aptidões acima citadas. Com exceção da astrologia, claro.
Abaixo eu listo 5 dicas que com certeza nós mulheres iríamos adorar se nossos Homens tivessem.
1- Culinária: há algo em um homem de avental que nos deixa arrepiadas, não?Um detalhe interessante é que o cara não precisa ser um Alex Atala. Basta ter um carro-chefe, aquele prato que ele chama por aí de sua especialidade (ainda que seja a única receita que acerte). Só para poder dizer “Você tem que experimentar o meu risoto” e te fisgar.Isso faz bem para o relacionamento e nos chama MUITOOO atenção.
2- Massagem terapêutica: A mulher que se deparar com um homem que após ela chegar axausta do trabalho lhe oferecer uma massagem, ah! com certeza ela saberá te recompensar muito bem.. Afinal, achar aquele nozinho chato nas costas de uma mulher é quase tão digno de aplauso quanto encontrar o ponto G dela.
3- Música: não me refiro a músicos profissionais, que compõem partituras e tocam em bares. Falo daquele sujeito que, no meio de um luau na praia, saca um violão e manda algum hit do passado que todo mundo reconhece. Esse cara nunca sonhou em ter uma banda ou gravar um disco. Ele queria as mulheres que seus ídolos levavam para o camarim. Um tempo atrás, um amigo começou a aprender saxofone. Sério, um trintão que nunca tocou nada comprar um sax e fazer aulas quer o quê? Estudar as raízes da música negra americana e ser um grande bluesman de nome Fat Dog Johnson? Não, ele quer ter um instrumento sexy decorando sua sala de estar. Cresci em uma família de músicos, meu pai é guitarrista e a minha mãe era sua empresária, ou seja..acho fascinante esse universo!
4- Astrologia: sim, falar sobre conjunção astral está entre as cantadas mais batidas da história do cortejo, um patamar acima de perguntar o telefone do cachorrinho. Mas é impressionante como ainda rende uma conversa. Já testemunhei várias vezes um amigo usando a tática de quem combina com quem. É apenas uma forma de fazer contato. Não precisa ser uma Susan Miller. Basta saber por alto quais são os mais encrenqueiros do zodíaco e decorar todas as características positivas referentes ao seu próprio signo. Principalmente, aquelas relativas a sexo.
5- Dança: só há duas razões para um homem fazer aulas de dança de salão. Ou ele é comprometido e foi convencido pela amada a fazer uma atividade a dois. Ou é solteiro e acha que soltar a cintura vai aproximá-lo das garotas. Uma vez, em um bar de samba-rock, chamou minha atenção um zarolho baixinho e gorducho que mandava muito bem nas pistas. Acho que ele dançou com as mulheres mais lindas da casa. E foi o sujeito mais invejado da noite. Um outro fato que super chamou minha atenção, uma vez estava com meu marido em um sítio, e mesmo ele não sabendo dançar arriscou vários passos de dança comigo por pura diversão! Existe algo mais sexy do que isso?? Nãaaaaao!!
OBSERVAÇÃO: o homem talvez queira impressionar apenas uma mulher, aquela que já está dividindo uma vida com ele e que merece ser reconquistada sempre. E para isso, também pode usar as aptidões acima citadas. Com exceção da astrologia, claro.
domingo, 15 de abril de 2012
Com que idade eu posso...
Iris Apfel , nos mostra que idade é só um número, o importante mesmo é vitalidade.
Iris Apfel lança coleção para a MAC
Uma das decoradoras mais famosas do mundo (ela já decorou a Casa Branca e desenha joias lindas), Iris Apfel
desenvolveu a coleção completa para a marca.
São 20 peças, entre elas atons, blush, esmaltes, máscaras, lápis e sombras.
Transformação
“Quanto mais
pureza, mais honestidade. Olhe para dentro e veja a extensão da sua
pureza e honestidade. Faça isso com humildade e Deus lhe dará muito
amor. Ele pedirá para que você sente próximo a Ele. Simplesmente
mantenha a pureza e a honestidade e sente-se na frente de Deus. Com
essas duas virtudes, Deus é capaz de tornar seu caráter muito bom.
Então você se tornará um companheiro Dele na tarefa de transformação do
mundo.”
Dadi Janki
Brahma Kumaris
sábado, 14 de abril de 2012
Viajando pelo Brasil - BAHIA
Com este calor em todo Brasil, prenunciando a temperatura que teremos
neste verão, nos faz pensar em viajar a procura de belas praias. Nossa
sugestão de agora é olhar para as praias do litoral da Bahia.
O litoral da Bahia era habitado pelos Tupiniquins, nativos da família dos Tupinambás, quando os portugueses avistaram o Monte Pascoal, pela primeira vez, em 1500. Iniciou-se, então, a colonização portuguesa e a introdução da cultura européia no Brasil. Na segunda metade do século 16, foram trazidos os primeiros africanos para trabalhar nas lavouras da Bahia, como escravos.
A notória criatividade cultural do povo baiano de hoje tem origem, principalmente, em sua diversidade étnica. A cultura, junto com o belo litoral e as paisagens da Chapada Diamantina, transformam a Bahia em uma terra encantadora.
A viagem turística para a Bahia é tratada com muita responsabilidade, tendo uma secretaria de Turismo muito bem formada. Experiência própria.
A Bahia possui um extenso e belo litoral. As praias são, em geral, extensas faixas de areia branca com muitos coqueiros. Muitos trechos do litoral baiano ainda são pouco habitados e de difícil acesso, mas quase sempre com uma beleza natural incomparável.
Você que nos visita, volte amanhã que teremos matéria nova na postagem!
É muito bom conhecer, viajar nós vamos!
O litoral da Bahia era habitado pelos Tupiniquins, nativos da família dos Tupinambás, quando os portugueses avistaram o Monte Pascoal, pela primeira vez, em 1500. Iniciou-se, então, a colonização portuguesa e a introdução da cultura européia no Brasil. Na segunda metade do século 16, foram trazidos os primeiros africanos para trabalhar nas lavouras da Bahia, como escravos.
A notória criatividade cultural do povo baiano de hoje tem origem, principalmente, em sua diversidade étnica. A cultura, junto com o belo litoral e as paisagens da Chapada Diamantina, transformam a Bahia em uma terra encantadora.
A viagem turística para a Bahia é tratada com muita responsabilidade, tendo uma secretaria de Turismo muito bem formada. Experiência própria.
A Bahia possui um extenso e belo litoral. As praias são, em geral, extensas faixas de areia branca com muitos coqueiros. Muitos trechos do litoral baiano ainda são pouco habitados e de difícil acesso, mas quase sempre com uma beleza natural incomparável.
Você que nos visita, volte amanhã que teremos matéria nova na postagem!
É muito bom conhecer, viajar nós vamos!
Sexta 13, o amor, o azar e a sorte
Repare nessa história verdadeiríssima:
E quando imaginávamos que estava tudo acabado, que amor não mais havia, que tinha ido tudo para as cucuias, que o fogo estava morto como no engenho de Zé Lins, que o amor era apenas uma assombração do Recife Antigo…
Quando já dizíamos, a uma só voz, aquele texto de Paulo Mendes Campos:
“Às vezes o amor acaba como se fora melhor nunca ter existido; mas pode acabar com doçura e esperança; uma palavra, muda ou articulada, e acaba o amor; na verdade; o álcool; de manhã, de tarde, de noite; na floração excessiva da primavera; no abuso do verão; na dissonância do outono; no conforto do inverno; em todos os lugares o amor acaba; a qualquer hora o amor acaba; por qualquer motivo o amor acaba…”
Quando já separávamos, olhos marejados, os livros e os discos…
Quando mirávamos, no mesmo instante, a nossa foto feliz no porta-retratos…
Quando não tínhamos nem mais ânimo para as clássicas D.R´s –as mitológicas discussões de relação…
Ave, palavra, até o gato, nervoso, sem saber com quem ficaria, quebrava coisas dentro de casa àquela altura; o papagaio blasfemava, diabo verde!
Estava na cara, naquela fantástica zoologia amorosa: aqueles pombinhos já eram.
O cheiro do fim tomara todos os cômodos, a rua, o quarteirão, o bairro, a cidade, o mundo…
Quando só restava cantar uma música de fossa… “Aquela aliança você pode empenhar ou derreter…”
Quando só restava a impressão de que eu já vou tarde…
Quando só restava Leonardo Cohen no ipod da moça…
Quando eu não era mais o cara, embora insistisse em cantar o “I´m your man” deste mesmo trovador canadense…
Sim, o quadro era triste, não se tratava de hipérbole ou demão de tintas gregas.
De tanta inércia, faltava até força para que houvesse a separação física, faltava força para arrumar as malas, pegar as escovas, contar aos chegados comuns.
Ah, amigo, quer saber quem bateu o ponto final da história?
Ela, claro, você acha que homem tem coragem para acabar qualquer coisa? Mulher é ponto final; homem ponto e vírgula, reticências, atalhos.
O estranho é que ela não disse, em nenhum momento, que não gostava mais do pobre mancebo.
Aquilo encucava. Porque um homem, disse o velho Antonio Maria, padrinho sentimental deste cronista, nunca se conforma em separar-se sem ouvir bem direitinho, no mínimo quinhentas vezes, que a mulher não gosta mais dele, por que e por causa de quem etc etc, milonga do adiós.
E nesse clima de fim sem fim as folhinhas outonais do calendário foram despencando sobre a relva fresca do desgosto.
Eu acabara de levantar do amigo sofá, que havia se transformado no meu leito, quando ela passou com uma cara de impaciência e desassossego.
Mais que isso: ela estava com vontade de matar gente!
Era a cara que fazia quando estava faminta. Sabe mulher que fica louca quando a fome aperta?
Vi aquela cena e caí na gargalhada. A princípio ela estranhou… Mas sacou tudo e danou-se a morrer de rir igualmente. Nos abraçamos e rimos e rimos e rimos e rimos daquilo tudo, rimos da nossa fraqueza em não dar uns nós nos clichês, inclusive o da volta por cima, rimos do nosso silêncio sem sentido, rimos desses casais que se separam logo na primeira crise, rimos da falta de forças para enfrentar os maus bocados, rimos, rimos, rimos.
E um casal que ainda ri junto tem muita lenha verde para gastar na vida e fazer cuscuz com carneiro.
Agora ela está deitada, linda, cheirosa, gostosa, psiu!, silêncio, ela dorme enquanto escrevo essa crônica!
E quando imaginávamos que estava tudo acabado, que amor não mais havia, que tinha ido tudo para as cucuias, que o fogo estava morto como no engenho de Zé Lins, que o amor era apenas uma assombração do Recife Antigo…
Quando já dizíamos, a uma só voz, aquele texto de Paulo Mendes Campos:
“Às vezes o amor acaba como se fora melhor nunca ter existido; mas pode acabar com doçura e esperança; uma palavra, muda ou articulada, e acaba o amor; na verdade; o álcool; de manhã, de tarde, de noite; na floração excessiva da primavera; no abuso do verão; na dissonância do outono; no conforto do inverno; em todos os lugares o amor acaba; a qualquer hora o amor acaba; por qualquer motivo o amor acaba…”
Quando já separávamos, olhos marejados, os livros e os discos…
Quando mirávamos, no mesmo instante, a nossa foto feliz no porta-retratos…
Quando não tínhamos nem mais ânimo para as clássicas D.R´s –as mitológicas discussões de relação…
Ave, palavra, até o gato, nervoso, sem saber com quem ficaria, quebrava coisas dentro de casa àquela altura; o papagaio blasfemava, diabo verde!
Estava na cara, naquela fantástica zoologia amorosa: aqueles pombinhos já eram.
O cheiro do fim tomara todos os cômodos, a rua, o quarteirão, o bairro, a cidade, o mundo…
Quando só restava cantar uma música de fossa… “Aquela aliança você pode empenhar ou derreter…”
Quando só restava a impressão de que eu já vou tarde…
Quando só restava Leonardo Cohen no ipod da moça…
Quando eu não era mais o cara, embora insistisse em cantar o “I´m your man” deste mesmo trovador canadense…
Sim, o quadro era triste, não se tratava de hipérbole ou demão de tintas gregas.
De tanta inércia, faltava até força para que houvesse a separação física, faltava força para arrumar as malas, pegar as escovas, contar aos chegados comuns.
Ah, amigo, quer saber quem bateu o ponto final da história?
Ela, claro, você acha que homem tem coragem para acabar qualquer coisa? Mulher é ponto final; homem ponto e vírgula, reticências, atalhos.
O estranho é que ela não disse, em nenhum momento, que não gostava mais do pobre mancebo.
Aquilo encucava. Porque um homem, disse o velho Antonio Maria, padrinho sentimental deste cronista, nunca se conforma em separar-se sem ouvir bem direitinho, no mínimo quinhentas vezes, que a mulher não gosta mais dele, por que e por causa de quem etc etc, milonga do adiós.
E nesse clima de fim sem fim as folhinhas outonais do calendário foram despencando sobre a relva fresca do desgosto.
Eu acabara de levantar do amigo sofá, que havia se transformado no meu leito, quando ela passou com uma cara de impaciência e desassossego.
Mais que isso: ela estava com vontade de matar gente!
Era a cara que fazia quando estava faminta. Sabe mulher que fica louca quando a fome aperta?
Vi aquela cena e caí na gargalhada. A princípio ela estranhou… Mas sacou tudo e danou-se a morrer de rir igualmente. Nos abraçamos e rimos e rimos e rimos e rimos daquilo tudo, rimos da nossa fraqueza em não dar uns nós nos clichês, inclusive o da volta por cima, rimos do nosso silêncio sem sentido, rimos desses casais que se separam logo na primeira crise, rimos da falta de forças para enfrentar os maus bocados, rimos, rimos, rimos.
E um casal que ainda ri junto tem muita lenha verde para gastar na vida e fazer cuscuz com carneiro.
Agora ela está deitada, linda, cheirosa, gostosa, psiu!, silêncio, ela dorme enquanto escrevo essa crônica!
quinta-feira, 12 de abril de 2012
Minha fraqueza
Só de pensar que daqui a pouquinho vou estar pegando o vôo das 17:00 e após 2 hrs estar longe da minha pequenina, é de encher os olhos..
Decidi deixa-la essa noite dormir no quarto dela sozinha e eu no meu, e fui surpreendida hoje ás 6 da manhã com o choro dela aos soluços na porta de casa, olhando lá fora e lamentando-se onde eu estava, se já tinha ido embora..quando me viu os olhos dela que antes eram de choro, brilharam como nunca vi antes, e correu para me abraçar...mesmo assim, prefere morar com a vovó que é a sua segunda mãe.
Amanhã temos um aniversário infantil para ir..e hoje preparativos! Sim...pois festa de outra criança é tão convidativo que a gente como mãe, nos empolgamos tanto que queremos arrumar nossos pequeninos da melhor forma possível..então tirei o dia para um passeio no shopping, ir as compras com a Aninha é um barato, porque nada que eu gosto ela gosta, discorda, quer experimentar, parece uma mocinha decidindo qual vestido isar no baile...rs eu me divirto muitooo! Depois de compras é hora de parar e tomar um sorvete, colocar a conversa sobre os últimos desenhos animados em dia, sobre o que achou das roupas que compramos, e enfim...passamos em frente á uma loja de brinquedos..sinceramente..eu devia ter pensado e ter ido pela outra rua..kkkkk' sai de lá carregada de sacolas e mais sacolas lotadas de bonecas..brancas, negras, ruivas...que estão até agora todas sentadas e enfileiradas no meu sofá.
Mas o mais bonito de tudo isso, a parte significativa mesmo, é vê-la dormindo agora, tãaao cedo e me dizendo que hoje á deixei exausta...kkkk'
Sinceramente??
eu amo essa vida de mãe.
Ser mãe é não esquecer a emoção do primeiro movimento do bebezinho dentro da barriga.
Decidi deixa-la essa noite dormir no quarto dela sozinha e eu no meu, e fui surpreendida hoje ás 6 da manhã com o choro dela aos soluços na porta de casa, olhando lá fora e lamentando-se onde eu estava, se já tinha ido embora..quando me viu os olhos dela que antes eram de choro, brilharam como nunca vi antes, e correu para me abraçar...mesmo assim, prefere morar com a vovó que é a sua segunda mãe.
Amanhã temos um aniversário infantil para ir..e hoje preparativos! Sim...pois festa de outra criança é tão convidativo que a gente como mãe, nos empolgamos tanto que queremos arrumar nossos pequeninos da melhor forma possível..então tirei o dia para um passeio no shopping, ir as compras com a Aninha é um barato, porque nada que eu gosto ela gosta, discorda, quer experimentar, parece uma mocinha decidindo qual vestido isar no baile...rs eu me divirto muitooo! Depois de compras é hora de parar e tomar um sorvete, colocar a conversa sobre os últimos desenhos animados em dia, sobre o que achou das roupas que compramos, e enfim...passamos em frente á uma loja de brinquedos..sinceramente..eu devia ter pensado e ter ido pela outra rua..kkkkk' sai de lá carregada de sacolas e mais sacolas lotadas de bonecas..brancas, negras, ruivas...que estão até agora todas sentadas e enfileiradas no meu sofá.
Mas o mais bonito de tudo isso, a parte significativa mesmo, é vê-la dormindo agora, tãaao cedo e me dizendo que hoje á deixei exausta...kkkk'
Sinceramente??
eu amo essa vida de mãe.
Ser mãe é não esquecer a emoção do primeiro movimento do bebezinho dentro da barriga.
quarta-feira, 11 de abril de 2012
Família
As vezes ficamos tão distantes e ao mesmo tempo estando perto de pessoas que amamos que não sabemos a falta que isso nos faz.
Passei muito tempo da minha vida morando com os meus pais, e tive uma boa experiência de morar sozinha, a "tal" da experiência que tantos almejam, mas que sinceramente não curti.
Eu gosto de estar perto, de ter á quem dar Bom dia, de ter com quem falar sobre diversos assuntos, gosto de ter quem saiba se estou triste ou feliz, se estiver triste que saiba a hora certa de falar e a hora exata de apenas dar aquele abraço, até hoje não inventaram nada melhor do que colo de mãe, beijo de filha, abraço de pai e risadas de irmã.
Estou apenas no meu 2º dia de viagem e o quanto já aproveitei!!
Praia em Ilhéus, compras com a minha pequena, e milhares de estórias sem fim com a minha maninha e com a mamãe.
As coisas mais simples, de repente viram algo extraordinário, como assistir a novela, ler uma revista de moda e comentar sobre os modelitos, a moda da próxima estação, o que vestir e aaah, claro! comentar sobre os amores. ( que na minha vida são muitoooos) a família é grande e o meu amor pelo meu namorido é maior ainda, entãaao, são várias novidades que não tem fim!
Curtindo ao máximo essas férias inesperadas e ao mesmo tempo feliz por estar tão perto das pessoas que amo que estão em SP.
A saudade deu espaço para o campanheirismo. =)
Boa semana á todos!
Passei muito tempo da minha vida morando com os meus pais, e tive uma boa experiência de morar sozinha, a "tal" da experiência que tantos almejam, mas que sinceramente não curti.
Eu gosto de estar perto, de ter á quem dar Bom dia, de ter com quem falar sobre diversos assuntos, gosto de ter quem saiba se estou triste ou feliz, se estiver triste que saiba a hora certa de falar e a hora exata de apenas dar aquele abraço, até hoje não inventaram nada melhor do que colo de mãe, beijo de filha, abraço de pai e risadas de irmã.
Estou apenas no meu 2º dia de viagem e o quanto já aproveitei!!
Praia em Ilhéus, compras com a minha pequena, e milhares de estórias sem fim com a minha maninha e com a mamãe.
As coisas mais simples, de repente viram algo extraordinário, como assistir a novela, ler uma revista de moda e comentar sobre os modelitos, a moda da próxima estação, o que vestir e aaah, claro! comentar sobre os amores. ( que na minha vida são muitoooos) a família é grande e o meu amor pelo meu namorido é maior ainda, entãaao, são várias novidades que não tem fim!
Curtindo ao máximo essas férias inesperadas e ao mesmo tempo feliz por estar tão perto das pessoas que amo que estão em SP.
A saudade deu espaço para o campanheirismo. =)
Boa semana á todos!
segunda-feira, 9 de abril de 2012
O que vai ser de você sem ELE
- Frankly my dear, I don’t give a damn!
Eu sempre amei a frase de desdém que Rhett Butler despejava em Scartett O’Hara na última cena de “E o vento levou” (1939), desmanchando o par romântico mais conhecido e inconstante da história de Hollywood. Rhett profere essas palavras ácidas justo quando Scarlett afirmava o seu amor por ele, e questionava-o sobre o que iria fazer se ele partisse de sua vida. É que Scarlett é uma jovem mimada e petulante, que passa o filme inteiro almejando casar-se com Ashley Wilkes, um amor não correspondido, e quando se dá conta de que realmente ama Rhett, já é tarde demais.
Essa é uma de minhas frases preferidas do cinema. Eu a amava e a odiava. Eu amava odiar o tamanho desprendimento de Rhett. Como ele teve rapidamente o estalo de não querer mais aquele amor? Como ele consegue se desvincular de Scarlett tão facilmente, igual a alguém que joga fora uma bituca de cigarro? Cadê o fim choroso, suplicoso e lamentoso pelo amor que se acabou? Como ele conseguiu perceber o momento exato em que passou a não amar mais aquela pessoa? E mais: como ele teve forças o suficiente para se desamarrar daquele amor de maneira tão prática?
Engana-se quem crê que o mais difícil de um relacionamento é o seu início, é a primeira vez, conhecer a família ou o primeiro “eu te amo”. A parte mais dura é perceber quando esse acaba. É saber ver que só restam as cinzas do que um dia foi amor. Pode até ainda ter o companheirismo, a amizade, a atração, e isso só dificulta reconhecer que o amor mesmo se foi. Tem que ter muita coragem pra não cair no comodismo de continuar a vida a dois. De voltar a viver “sozinho”, acabar com um pote de sorvete sozinho, passar o final de semana de pijama foreveralone, completar a coleção de livros de autoajuda. De levar a sério o “antes só do que mal acompanhado”.
Nascemos (e morremos) sozinhos nesse mundo, e não temos que depender de ninguém pra viver. Não devemos procurar metades que nos completem, e sim inteiros que se doem e se deem bem. Mas ainda assim é impossível ter uma visão tão prática do fim. É que quando entramos num relacionamento e deixamos uma pessoa fazer parte da nossa vida, quando nos tornamos vulneráveis mostrando o nosso pior e o nosso melhor pra aquela pessoa, é impossível não perder o chão, não faltar o ar, não dar aquele aperto no estômago, não se amedrontar ao cogitar a possibilidade de tal pessoa não fazer mais parte de nossa vida. É aí fazemos como Scartett e nos perguntamos: “E o que vai ser de mim (sem você)?”.
E é duro ouvir da boca do Rhett que ele “tá pouco se fodendo” (traduzido para o bom português amargurado), mas Scarlett também tem culpa no cartório. Ela era acostumada a sempre ter tudo o que quis, a única coisa que não conseguia era o amor do insosso do Ashley, e, exatamente por isso, ela o cobiçava. Enquanto alimentava seu amor platônico por Ashley, o sentimento de Rhett foi amargurando. É que Scarlett não soube enxergar onde estava o seu amor, e às vezes nós também precisamos reaprender a procurar. Ficamos bitolados em metas inatingíveis, alimentando sonhos irreais e ignoramos o que está a nossa volta. Precisamos descer das nuvens e prestar mais atenção ao redor, porque às vezes o amor pode estar na tua frente, mas se você demorar pra ver, quando perceber pode já ser tarde demais.
Eu sempre amei a frase de desdém que Rhett Butler despejava em Scartett O’Hara na última cena de “E o vento levou” (1939), desmanchando o par romântico mais conhecido e inconstante da história de Hollywood. Rhett profere essas palavras ácidas justo quando Scarlett afirmava o seu amor por ele, e questionava-o sobre o que iria fazer se ele partisse de sua vida. É que Scarlett é uma jovem mimada e petulante, que passa o filme inteiro almejando casar-se com Ashley Wilkes, um amor não correspondido, e quando se dá conta de que realmente ama Rhett, já é tarde demais.
Essa é uma de minhas frases preferidas do cinema. Eu a amava e a odiava. Eu amava odiar o tamanho desprendimento de Rhett. Como ele teve rapidamente o estalo de não querer mais aquele amor? Como ele consegue se desvincular de Scarlett tão facilmente, igual a alguém que joga fora uma bituca de cigarro? Cadê o fim choroso, suplicoso e lamentoso pelo amor que se acabou? Como ele conseguiu perceber o momento exato em que passou a não amar mais aquela pessoa? E mais: como ele teve forças o suficiente para se desamarrar daquele amor de maneira tão prática?
Engana-se quem crê que o mais difícil de um relacionamento é o seu início, é a primeira vez, conhecer a família ou o primeiro “eu te amo”. A parte mais dura é perceber quando esse acaba. É saber ver que só restam as cinzas do que um dia foi amor. Pode até ainda ter o companheirismo, a amizade, a atração, e isso só dificulta reconhecer que o amor mesmo se foi. Tem que ter muita coragem pra não cair no comodismo de continuar a vida a dois. De voltar a viver “sozinho”, acabar com um pote de sorvete sozinho, passar o final de semana de pijama foreveralone, completar a coleção de livros de autoajuda. De levar a sério o “antes só do que mal acompanhado”.
Nascemos (e morremos) sozinhos nesse mundo, e não temos que depender de ninguém pra viver. Não devemos procurar metades que nos completem, e sim inteiros que se doem e se deem bem. Mas ainda assim é impossível ter uma visão tão prática do fim. É que quando entramos num relacionamento e deixamos uma pessoa fazer parte da nossa vida, quando nos tornamos vulneráveis mostrando o nosso pior e o nosso melhor pra aquela pessoa, é impossível não perder o chão, não faltar o ar, não dar aquele aperto no estômago, não se amedrontar ao cogitar a possibilidade de tal pessoa não fazer mais parte de nossa vida. É aí fazemos como Scartett e nos perguntamos: “E o que vai ser de mim (sem você)?”.
E é duro ouvir da boca do Rhett que ele “tá pouco se fodendo” (traduzido para o bom português amargurado), mas Scarlett também tem culpa no cartório. Ela era acostumada a sempre ter tudo o que quis, a única coisa que não conseguia era o amor do insosso do Ashley, e, exatamente por isso, ela o cobiçava. Enquanto alimentava seu amor platônico por Ashley, o sentimento de Rhett foi amargurando. É que Scarlett não soube enxergar onde estava o seu amor, e às vezes nós também precisamos reaprender a procurar. Ficamos bitolados em metas inatingíveis, alimentando sonhos irreais e ignoramos o que está a nossa volta. Precisamos descer das nuvens e prestar mais atenção ao redor, porque às vezes o amor pode estar na tua frente, mas se você demorar pra ver, quando perceber pode já ser tarde demais.
13 atitudes mais valiosas do que qualquer aliança
Se tem uma coisa que é mais difícil do que achar alguém legal pra namorar, é cuidar do namoro para que ele dure e esteja boa parte do tempo na harmonia. Tem gente que se esquece desse detalhe, faz o maior esforço pra achar alguém e quando acha, não cuida do relacionamento, e o vê desmembrar diante dos seus olhos, tarde demais para voltar atrás. Esse é o motivo da provocação no título dessa lista – tem gente que se preocupa tanto com coisas simbólicas, como uma aliança ou um papel assinado, sem nem perceber que essas coisas não servem de nada se o relacionamento não está sendo cuidado. Nada contra esses símbolos, apenas gostamos de ressaltar que eles são somente adereços, mas que jamais serão responsáveis pela durabilidade de uma relação. Pensando nisso, trouxemos hoje uma lista de cuidados que você precisa ter se não quiser ver seu namoro se desfazendo diante dos seus olhos:
1. Construa parcerias ao invés de namoros
Numa parceria, os integrantes não agem somente pensando em receber de volta. Os parceiros querem sim ser recompensados, mas eles não querem crescer sozinhos – os corações se unem de uma forma quase cósmica e passa-se a desejar o bem do outro tanto quanto o seu próprio bem. Parcerias são mais trabalhosas, no entanto são muito mais profundas e duradouras.2. Observe o outro
Ninguém está dizendo que você deve seguir todos os passos do outro, mas sim observá-lo. Quando estão juntos numa festa, por exemplo, cada um pode ir para o seu lado conversar com os amigos que quiser, mas de tempos em tempos, é preciso buscar o outro com os olhos para perceber se ele está bem, se está feliz, se está precisando de algo. Quem conhece, percebe essas coisas com um olhar.3. Não se conforme com a preguiça no sexo
A coisa mais natural do mundo é darmos menos prioridade ao sexo depois de um tempo de namoro. Num dia é o cansaço, no outro aquele filme que você quer ver e que vai passar na TV, depois a dor nas costas. Quando se viu, estão há dias dormindo junto mas sem ao menos uma pegada mais sexy, o que vai fazer com que logo logo o relacionamento se transforme em amizade. Se não é isso que você quer, se esforce para inovar sempre que possível.4. Se livre das máscaras
Se você escolheu uma pessoa no mundo com quem quer andar de mãos dadas, então precisa aprender a confiar e a se entregar. Pratique falar sempre a verdade e a exija em troca. Não aceite durmir abraçado com alguém com quem não tem coragem de olhar nos olhos.5. Se atente aos detalhes
A mágica dos relacionamentos está nas sutilezas. Lembre-se de datas importantes, compre um chocolate pra ele na padaria, leve café na cama, organize uma viagem surpresa, deixe um post-it com uma mensagem na parede. Esses pequenos agrados fazem toda a diferença no final das contas. Aprenda a reconhecer as coisas que o outro gosta para que possa surpreendê-lo sempre.6. Crie acordos
O relacionamento pode ser do jeito que vocês quiserem – todas as regras do jogo podem ser criadas por vocês. Pense direito na hora de estabelecê-las.7. Se lembre todos os dias que o outro não te pertence
Por mais que você se esqueça, ninguém pertence a ninguém. A decisão do outro de ficar com você ou não, acontece diariamente. Faça valer a pena.8. Solucione as crises rapidamente
Crises existem em todo o relacionamento, o importante é solucioná-las assim que elas surgirem. Se há algo que te incomoda, fale na hora. Jamais vá dormir brigada com ele.9. Cuidado com a dominância dos selinhos
Um dos indicativos de que o tesão tem se perdido num relacionamento é que os beijos, antes calientes, passam a se tornar selinhos, iguais aqueles que você daria na sua mãe ou na sua amiga. Selinhos podem existir, mas jamais podem ser maioria.10. Tenham contas bancárias separadas
Como diz a famosa frase, o dinheiro veio mesmo pra confundir o amor. O dinheiro tem uma energia do material, da posse, da compra, que não combina com a energia do amor – daí a necessidade de manter uma coisa bem distante da outra. Começar um relacionamento não quer dizer que vocês precisam se tornar uma pessoa só, pelo contrário, precisam manter a individualidade, e isso começa na conta bancária.11. Aceite que terá que abrir mão de algumas vontades em nome do outro
Não há relação sem concessões. A partir do momento em que você decide embarcar num namoro, precisa estar ciente que a partir daquele momento, muitas vezes terá que fazer escolhas em nome da parceria. Um dia você cede, no outro ele cede. Pessoas muito egoístas ou sistemáticas jamais conseguirão viver num relacionamento feliz.12. Reconheça os favores que o outro te faz
Não há melhor motivação do que perceber que a pessoa reconheceu que você fez um esforço em nome do bem estar dela. Seja grato. Se ele dirigiu durante a viagem toda, faça uma massagem quando chegarem em casa. Se ela cozinhou uma comida deliciosa, providencie a sobremesa. Gentileza gera gentileza.13. Às vezes, a toalha na cama tem que ser ignorada
Estar num relacionamento significa aceitar o outro com seus defeitos e qualidades. Em nome da parceria, precisamos deixar de implicar com alguns detalhes que no final das contas, não fazem diferença. Todo stress que puder ser evitado conta.Cabide Fashion - Tendências de inverno 2012/13
No final de janeiro deu-se início a mais uma temporada internacional de moda, com a apresentação das coleções de outono/inverno de alguns dos estilistas/marcas mais prestigiados do mundo fashion. O circuito começou por Nova Iorque, passou por Londres, Milão e fechou com chave de ouro, em Paris, nesta semana.
Modelos em fila, na passarela da coleção de Yves Saint Laurent (YSL).
Esses desfiles apresentaram as propostas do inverno 2012 para o hemisfério norte, que começa em setembro, e inspirarão as coleções brasileiras para 2013.
Pelo sintético colorido: Tanto nas passarelas, quanto nas ruas, os casacos de pelo colorido apareceram muito. Bem estiloso, mas para quem mora em regiões mais frias, né?!
Viajar
'
' Aguardem os próximos cápítulos!
Para sair da rotina, quebrar paradigmas e pintar a vida com novas cores."
Quem não gosta de viajar não é mesmo?
Ver novos horizontes, novas pessoas, conhecer lugares, comidas típicas e ainda mais se estiver bem acompanhado, não há quem resista á tamanha tentação.
Decidi que em 2012 vou aproveitar o máximo que puder, do verão, do inverno, da primavera..de tudo! E..para começar com as viagens, a partida será por Ilhéus, sou super suspeita á falar da Bahia, (afinal sou uma bahiana legítima), então..Let's GO!!
O que é que a Bahia têm ??
Foi dos ares, das águas e de todos os cantos de Ilheús que brotou a fonte de inspiração para os romances de Jorge Amado. A cidade que fica 400 quilômetros ao sul de Salvador, na Bahia, ainda guarda viva a ambientação dos contos de seu filho ilustre. Parece que a qualquer instante "Gabriela, cravo e canela" vai surgir pelas ruas da cidade ou quem sabe um dos "Capitães de Areia" vindo das bandas da capital para tirar o sossego dos ilhéus.
.
Que terra fértil! Em muitos sentidos. Afinal, teve seu apogeu no século XVIII por conta do sucesso dos coronéis. Floresceu com as plantações de cacau e ainda por cima conta com a benção da mãe natureza. Extensas praias de areia branca e águas mornas servem como moldura para seu principal personagem: a literatura.
O QUE VER EM ILHÉUS
- Catedral de São Sebastião
- Bar Vesúvio
- Igreja Nossa Senhora de Lurdes
- Teatro Municipal
- Bataclan
- Casa de Cultura Jorge Amado
- Palácio Paranaguá
- Casa dos Artistas
- Igreja Museu de São Jorge
- Casa de Tonico Bastos
- Casa do Coronel Misael Tavares
- Mercado de Artesanato
' Aguardem os próximos cápítulos!
quinta-feira, 5 de abril de 2012
Quando o básico vira plus
Vira e mexe acabo me deparando com situações em que pessoas são elogiadas por fazerem o básico. Fazerem o que seria essencial, normal. Vou me explicar. Há alguns anos, ainda era solteira, estava conversando com minha madrinha a respeito do cara que achava que seria bacana pra mim. Disse a ela que queria um homem que me escutasse, que gostasse de mim, que fosse meu companheiro, meu amigo. Aí, minha madrinha virou-se e disse: "Minha filha, tudo isso que você está pedindo é o mínimo. Isso é o básico. Se a pessoa não tiver essas características, não dá nem para o começo. Não é melhor você começar a pensar em outras qualidades?" E não é que ela tinha razão?
Pra estar comigo tem que ser meu amigo, tem que gostar de mim, caramba, tem que ser companheiro, gostar de me ouvir. Isso é apenas o ponto de partida e não o final. Não pode nem haver relacionamento sem isso, pra início de conversa. Percebi que no mundo de hoje, as pessoas estão tão loucas, que a gente começa a valorizar o que seria básico. Começamos a ressaltar qualidades que seriam o ponto de partida, sem elas não poderíamos nem pensar em começar nada com alguém.
Queria viver em um mundo em que eu não precisasse escutar: "Ah, essa pessoa, pelo menos, é honesta." Gente, que isso? Honestidade não deveria ser básico? Agora virou característica plus.
Essa semana, ouvi uma tia minha elogiando o novo namorado da sobrinha porque ele, que tem uma filhinha pequena, fica com ela de 15 em 15 dias, a visita com frequência e cuida da menina ele mesmo quando ela está com ele. Gente, será que estou louca ou o quê? Se ele é pai, isso é o que se espera que ele faça. Entretanto, como a maior parte dos homens não está nem aí pros filhos depois que se separa, virou qualidade do cara cuidar da própria filha! Resultado: o básico, o certo, o mínimo, virou algo merecedor de aplausos.
Isso acontece em sala de aula também quando a gente elogia uma resposta mais ou menos. Sai logo um "very good" pra uma resposta que poderia ser muito melhor. E, com isso, nosso nível de exigência vai baixando. E nosso elogio vai se desvalorizando.
Já me peguei várias vezes pensando que fulano ou beltrano é bom profissional porque não chega atrasado, não falta e cumpre seus horários. Mas quando caio em mim, vejo que isso é o certo a ser feito. Não podemos esperar outra coisa. Mas como hoje em dia um monte de gente falta ao trabalho por qualquer motivo, chega atrasado e nem está aí, quando encontramos alguém que faça o mínimo, já nos damos por satisfeitos. Eu, graças a Deus, tenho muita sorte com relação a galera com quem trabalho. Todo mundo é muito responsável e procura fazer mais que esse B+A=Bá que todo mundo anda supervalorizando.
Será que dá pra gente voltar a elogiar o que realmente merece elogio? Ou será que as coisas estão tão brabas que o nível de consideração de coisas bacanas vai ficar cada vez mais baixo?
Pra estar comigo tem que ser meu amigo, tem que gostar de mim, caramba, tem que ser companheiro, gostar de me ouvir. Isso é apenas o ponto de partida e não o final. Não pode nem haver relacionamento sem isso, pra início de conversa. Percebi que no mundo de hoje, as pessoas estão tão loucas, que a gente começa a valorizar o que seria básico. Começamos a ressaltar qualidades que seriam o ponto de partida, sem elas não poderíamos nem pensar em começar nada com alguém.
Queria viver em um mundo em que eu não precisasse escutar: "Ah, essa pessoa, pelo menos, é honesta." Gente, que isso? Honestidade não deveria ser básico? Agora virou característica plus.
Essa semana, ouvi uma tia minha elogiando o novo namorado da sobrinha porque ele, que tem uma filhinha pequena, fica com ela de 15 em 15 dias, a visita com frequência e cuida da menina ele mesmo quando ela está com ele. Gente, será que estou louca ou o quê? Se ele é pai, isso é o que se espera que ele faça. Entretanto, como a maior parte dos homens não está nem aí pros filhos depois que se separa, virou qualidade do cara cuidar da própria filha! Resultado: o básico, o certo, o mínimo, virou algo merecedor de aplausos.
Isso acontece em sala de aula também quando a gente elogia uma resposta mais ou menos. Sai logo um "very good" pra uma resposta que poderia ser muito melhor. E, com isso, nosso nível de exigência vai baixando. E nosso elogio vai se desvalorizando.
Já me peguei várias vezes pensando que fulano ou beltrano é bom profissional porque não chega atrasado, não falta e cumpre seus horários. Mas quando caio em mim, vejo que isso é o certo a ser feito. Não podemos esperar outra coisa. Mas como hoje em dia um monte de gente falta ao trabalho por qualquer motivo, chega atrasado e nem está aí, quando encontramos alguém que faça o mínimo, já nos damos por satisfeitos. Eu, graças a Deus, tenho muita sorte com relação a galera com quem trabalho. Todo mundo é muito responsável e procura fazer mais que esse B+A=Bá que todo mundo anda supervalorizando.
Será que dá pra gente voltar a elogiar o que realmente merece elogio? Ou será que as coisas estão tão brabas que o nível de consideração de coisas bacanas vai ficar cada vez mais baixo?
Fútil
Sempre gostei de roupa, sapato. Adoro um shopping, adoro comprar. Sou consumista e carrego uma inquietação com relação a isso.
Tenho um armário repleto de roupas, sapatos e bolsas que não acabam mais. Maquiagem de todo tipo, perfumes. E, ainda assim, não consigo ver uma liquidação e quando a coleção nova está entrando, me seguro pra não comprar as peças da nova estação porque estou longe de ser rica e porque ainda me resta um pingo de dignidade.
Sei que trabalho pra caramba, que gasto o que é meu, mas tem dias em que fico culpada e acho, mesmo, que preciso ter mais controle. O mundo tem tanta gente passando necessidade, vivendo uma vida tão difícil... Isso só me faz lembrar que tenho muito mais que preciso. É possível viver com muito menos. Adoraria pôr isso em prática, ser mais econômica, mais cautelosa com relação aos meus gastos. Difícil é sair da minha cabeça e mudar pra vida real.
Pra culminar, agora há pouco fui ler o blog de uma amiga que está em Honduras, trabalhando. Gente, é um povo tão sofrido, com tanta dificuldade pra enfrentar que fiquei ainda mais inquieta com relação ao meu posicionamento diante desse mundo consumista que me envolve. Vou tentar gastar menos. Será que consigo?
Tenho um armário repleto de roupas, sapatos e bolsas que não acabam mais. Maquiagem de todo tipo, perfumes. E, ainda assim, não consigo ver uma liquidação e quando a coleção nova está entrando, me seguro pra não comprar as peças da nova estação porque estou longe de ser rica e porque ainda me resta um pingo de dignidade.
Sei que trabalho pra caramba, que gasto o que é meu, mas tem dias em que fico culpada e acho, mesmo, que preciso ter mais controle. O mundo tem tanta gente passando necessidade, vivendo uma vida tão difícil... Isso só me faz lembrar que tenho muito mais que preciso. É possível viver com muito menos. Adoraria pôr isso em prática, ser mais econômica, mais cautelosa com relação aos meus gastos. Difícil é sair da minha cabeça e mudar pra vida real.
Pra culminar, agora há pouco fui ler o blog de uma amiga que está em Honduras, trabalhando. Gente, é um povo tão sofrido, com tanta dificuldade pra enfrentar que fiquei ainda mais inquieta com relação ao meu posicionamento diante desse mundo consumista que me envolve. Vou tentar gastar menos. Será que consigo?
A arte de ser MÃE
Enfim, não preciso dizer que me debulhei ao ler o texto espírita que segue agora pra vocês:
Ser mãe
"A missão de ser mãe quase sempre começa com alguns meses de muito enjoo, seguido por anseios incontroláveis por comidas estranhas, aumento de peso, dores na coluna, o aprimoramento da arte de arrumar travesseiros preenchendo os espaços entre o volume da barriga e o resto da cama.
Ser mãe é não esquecer da emoção do primeiro movimento do bebezinho dentro da barriga.
O instante maravilhoso em que ele se materializou ante os seus olhos, a boquinha sugando o leite com vontade e o primeiro sorriso de reconhecimento.
Ser mãe é ficar noites sem dormir, é sofrer com as cólicas do bebê e se angustiar com os choros inexplicáveis: será dor de ouvido, fralda molhada, fome, desejo de colo?
É a inquietação com os resfriados, pânico com a ameaça de pneumonia, coração partido com a tristeza causada pela morte do bichinho de estimação do pequerrucho.
Ser mãe é ajudar o filho a largar a chupeta e a mamadeira. É levá-lo pra escola e segurar sua mãe na hora da vacina.
Ser mãe é se deslumbrar em ver o filho se revelando em suas características únicas, é observar suas descobertas.
Sentir sua mãozinha procurando a proteção da sua, o corpinho se aconchegando debaixo dos cobertores.
É assistir aos avanços, sorrir com as vitórias e ampará-lo nas pequenas derrotas.
É ouvir confidências.
Ser mãe é ler sobre uma tragédia no jornal e se perguntar: e se tivesse sido o meu filho?
E ante fotos de crianças famintas, se perguntar se pode haver dor maior que ver um filho morrer de fome.
Ser mãe é descobrir que se pode amar ainda mais um homem ao vê-lo passar talco, cuidadosamente, no seu bebê ou ao observá-lo sentado no chão, brincando com o filho.
É se apaixonar de novo pelo marido, mas por razões que antes de ser mãe consideraria muito pouco românticas.
É sentir-se invadir de felicidade ante do milagre que é uma crinaça dando seus primeiros passos, conseguindo expressar toscamente em palavras seus sentimentos, juntando as letras numa frase.
Ser mãe é inundar-se de alegria ao ouvir uma gargalhadinha gostosa, ao ver o filho acertando a bola no gol ou mergulhando corajosamente do trampolim mais alto.
Ser mãe é descobrir que, por mais sofisticada que se possa ser, por mais elegante, um grito aflito de "mamãe" a faz derrubar o suflê ou o cristal mais fino, sem a menor hesitação.
Ser mãe é descobrir que sua vida tem menos valor depois que chega o bebê.
Que se deseja sacrificar a vida para poupar a do filho, mas ao mesmo tempo deseja viver mais - não para realizar os seus sonhos, mas para ver a criança realizar os dela.
É ouvir o filho falar da primeira namorada, da primeira decepção e quase morrer de apreensão na primeira vez em que ele se aventurar ao volante de um carro.
É ficar acordada de noite, imaginando mil coisas, até ouvir o barulho da chave na fechadura da porta e os passos do jovem, ecoando portas adentro do lar.
Finalmente, é se inundar de gratidão por tudo que se recebe e se aprende com o filho, eplo crescimento que ele proporciona, pela alegria profunda que ele dá.
Ser mãe é aguardar o momento de ser avó, para renovar as etapas da emoção, numa dimensão diferente de doçura e entendimento.
É estreitar nos braços o filho do filho e descobrir no rostinho minúsculo, os traços maravilhosos do bem mais precioso que lhe foi confiado ao coração: um espírito imortal vestido nas carnes de seu filho.
A maternidade é uma dádiva. Ajudar um pequenino a desenvolver-se e a descobrir-se, tornando-se um adulto digno, é responsabilidade que Deus confere ao coração da mulher que se transforma em mãe. E toda mulher que se permite ser mãe, da sua ou da carne alheia, descobre que o filho que depende de seu amor e da segurança que ela transmite, é o melhor presente que Deus lhe deu."
Maternidade
Eu sou super, hiper, mega suspeita de falar sobre este assunto, que eu AMOO!
Para quem não sabe sou mãe de uma "bonequinha" chamada Ana Luíza, nome que tenho tatuado no pulso esquerdo e a razão da minha vida.
Fui mãe cedo, tive uma experiência única, cercada de mimos, amigas que me acompanharam desde o primeiro mês, e..na gravidez tudo é festa! Ops! neeem tudo, o tempo passa e a gente se esquece dos enjoos e sono que dá!
Mas passando os nove meses, exatamente as 42 semanas foi o meu caso, nasceu minha princesinha e aíi minha amiga, vamos lá aprender a cuidar de um recém-nascido, mas...como toda vovó é babonaa pela neta, principalmente como foi a primeira neta, hehe eu tive muita ajuda, de mãe, pai, namorado, amigas, enfermeira, babá..enfim! Ou aprendia ou aprendia, e é engraçado como pensamos que a situação se torna um bicho de sete cabeças, e na realidade não é nadaaa disso...a partir do momento que você sente tua barriga crescendo, movimentos, enfim..desde quando você sabe que é MÃE, você muda, isso é natural.
Hoje me deu uma vontade de falar sobre esse assunto, porque ontem a noite fiquei conversando tantoo tantooo tantoo com a minha filha, que acordei deslumbrada, fascinada como as crianças de hoje estão tão espertas e como ela está educada, parecendo uma mocinha! LINDA LINDA LINDA!
Os pedidos dela: mamãe, eu não quero um ovo, eu quero um coelho! haha eu ri muitooo !!
Sou muitoo feliz e agradeço a Deus por ter me dado esse presente maravilhoso, ser mãe é uma dádiva!
Para quem não sabe sou mãe de uma "bonequinha" chamada Ana Luíza, nome que tenho tatuado no pulso esquerdo e a razão da minha vida.
Fui mãe cedo, tive uma experiência única, cercada de mimos, amigas que me acompanharam desde o primeiro mês, e..na gravidez tudo é festa! Ops! neeem tudo, o tempo passa e a gente se esquece dos enjoos e sono que dá!
Mas passando os nove meses, exatamente as 42 semanas foi o meu caso, nasceu minha princesinha e aíi minha amiga, vamos lá aprender a cuidar de um recém-nascido, mas...como toda vovó é babonaa pela neta, principalmente como foi a primeira neta, hehe eu tive muita ajuda, de mãe, pai, namorado, amigas, enfermeira, babá..enfim! Ou aprendia ou aprendia, e é engraçado como pensamos que a situação se torna um bicho de sete cabeças, e na realidade não é nadaaa disso...a partir do momento que você sente tua barriga crescendo, movimentos, enfim..desde quando você sabe que é MÃE, você muda, isso é natural.
Hoje me deu uma vontade de falar sobre esse assunto, porque ontem a noite fiquei conversando tantoo tantooo tantoo com a minha filha, que acordei deslumbrada, fascinada como as crianças de hoje estão tão espertas e como ela está educada, parecendo uma mocinha! LINDA LINDA LINDA!
Os pedidos dela: mamãe, eu não quero um ovo, eu quero um coelho! haha eu ri muitooo !!
Sou muitoo feliz e agradeço a Deus por ter me dado esse presente maravilhoso, ser mãe é uma dádiva!
Filha, te amoo!
Abril...
Buenos Dias genteee !!
Adoroo comecinho de ano, de mês..enfim, tudo no começo é bom neh? hehe o legal é conseguir aproveitar toda aquela nossa energia do comecinho do ano, lembrar daqueles planos que estãoainda no papel e tirá-los de lá raaapidinho! rs
Pois foi nessa energia que acordei hoje..abri a janela e vi um sol ma-ra-vi-lho-so, daqueles que não te deixa desanimar com nada, aproveitei para antes de dar o salto mortal da cama, começar o dia com aqueeeles olhares que tanto amamos, com o telefonema das pessoas que eu maaais amo falar, a minha filha e minha família..tenho a impressão que quando começo o dia falando com essas pessoas tão especiais e importantes na minha vida, o dia flui...a vida segue (como costumo falar)..rsrs
Enfim, voltando ao assunto..hahaha primeiríssimo dia na aula de pole dance, que aulaaa MARAAVILHOSA, revigora! e quanta mulherada engraçada e bem com a vida!
Depois da aula nadaa básica, aquela ducha e trabalho! Sim,, não dá pra viver só em casa vendo a vida passar e postando no blog! =D
E quanta coisa temos de especial nessa semana acontecendo não é mesmo? Amanhã..sexta-feira santa, época de passar perto da família, de amigos...e a minha família diminuiu um pouco pela distância, mas estaremos perto sempre no coração..
então..o segredo é aproveitar essa data com muita paz, amor e tranquilidade perto de quem amamos, aproveitar o tempo disponível e sair por aii caminhando, vendo o lado de SP que ainda não conhecemos, ou aproveitar e dar aqueeela esticadinha no interior..vale tudo! Só não vale nessa vida é ficar parado.
Desejo a todos, um exceeeelente feriado!
Curtam muitoo!
Beijos.
Adoroo comecinho de ano, de mês..enfim, tudo no começo é bom neh? hehe o legal é conseguir aproveitar toda aquela nossa energia do comecinho do ano, lembrar daqueles planos que estão
Pois foi nessa energia que acordei hoje..abri a janela e vi um sol ma-ra-vi-lho-so, daqueles que não te deixa desanimar com nada, aproveitei para antes de dar o salto mortal da cama, começar o dia com aqueeeles olhares que tanto amamos, com o telefonema das pessoas que eu maaais amo falar, a minha filha e minha família..tenho a impressão que quando começo o dia falando com essas pessoas tão especiais e importantes na minha vida, o dia flui...a vida segue (como costumo falar)..rsrs
Enfim, voltando ao assunto..hahaha primeiríssimo dia na aula de pole dance, que aulaaa MARAAVILHOSA, revigora! e quanta mulherada engraçada e bem com a vida!
Depois da aula nadaa básica, aquela ducha e trabalho! Sim,, não dá pra viver só em casa vendo a vida passar e postando no blog! =D
E quanta coisa temos de especial nessa semana acontecendo não é mesmo? Amanhã..sexta-feira santa, época de passar perto da família, de amigos...e a minha família diminuiu um pouco pela distância, mas estaremos perto sempre no coração..
então..o segredo é aproveitar essa data com muita paz, amor e tranquilidade perto de quem amamos, aproveitar o tempo disponível e sair por aii caminhando, vendo o lado de SP que ainda não conhecemos, ou aproveitar e dar aqueeela esticadinha no interior..vale tudo! Só não vale nessa vida é ficar parado.
Desejo a todos, um exceeeelente feriado!
Curtam muitoo!
Beijos.
terça-feira, 3 de abril de 2012
O poder das nossas escolhas
Coisas ruins não são o pior que pode nos acontecer. O que de pior pode nos acontecer é NADA.
Uma vida fácil nada nos ensina. No fim, é o que aprendemos o que importa: o que aprendemos e como nos desenvolvemos.
Traçamos nossas vidas pelo poder de nossas escolhas. Quando nossas escolhas são feitas passivamente, quando não somos nós mesmos que traçamos nossas vidas, nos sentimos frustrados.
Uma pequena mudança hoje pode acarretar-nos um amanhã profundamente diferente. São grandes as recompensas para aqueles que têm a coragem de mudar, mas essas recompensas acham-se ocultas pelo tempo.
Geramos nossos próprios meios. Obtemos exatamente aquilo pelo que lutamos. Somos responsáveis pela vida que nó próprios criamos. Quem terá a culpa, a quem cabe o louvor, senão a nós mesmos? Quem pode mudar nossas vidas, a qualquer tempo, senão nós mesmos?
Deus sabe que isto é verdade.
Enfim, o que me resta então..é desfrutar de todas as minhas escolhas!! hehe
#Felizdavida!
Aprenda a ter paciência
A paciência é amarga, mas seu fruto é doce”
Jean Jacques Rousseau
Jean Jacques Rousseau
Todos nós sabemos que é preciso desacelerar, mas como fazer isso de maneira natural se vivemos em momentos em que tudo tem que ser para ontem? 24 hrs p/ dia nos parece tão pouco comparado as nossas tarefas.!
UFAA! saiba que é possivel e preciso exercitar este dom, descobri que realmente há situações em que precisamos agir com rapidez, mas existem outras em que podemos desacelerar.
E é possível agir dessa forma sem que isso nos prejudique, pelo contrário, ao diminuir um pouco a velocidade e aprender a ter mais paciência, podemos, até mesmo, conseguir muitos benefícios, pois obtemos vantagens, como: vida mais saudável, excelência no que fazemos, decisões mais acertadas e até desperdiçamos menos tempo, dinheiro e energia. Eu acabei encontrando diversos movimentos que pregam a ideia da desaceleração, como o slow food (comer devagar), o slow work (trabalhar devagar), etc.
Abaixo sugestões práticas de como exercer a paciência em nosso dia.
- Ao ficar em pé numa fila, transporte-se para férias mentais. Visualize o lugar mais tranquilo que puder, imagine, sinta e ouça a si mesmo nesse ambiente. Reflita sobre os sentimentos que ele evoca em você. Em vez de se conectar no tempo que terá de esperar, aproveite essa oportunidade para sonhar com o lugar mais bonito que conhece ou deseja conhecer.
- Quando tiver de esperar um bom tempo para alguma coisa se realizar – por exemplo: um projeto grande –, comemore os pequenos avanços ao longo do caminho. Dez páginas concluídas? Leve-se para almoçar fora. Ao nos premiarmos por algo que realizamos, injetamo-nos ânimo para continuarmos.
- Está esperando, impacientemente, seu computador ligar? Faça alguns exercícios de alongamento para relaxar os músculos das costas e do pescoço. Afaste-se da mesa, sente-se na beira da cadeira e alongue-se!
Gostou dessas dicas? A matéria de capa da revista Motivação traz muitas outras, mas aposto que você também deve ter uma dica interessante.
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Praia Jauá, Estrada do Coco, Bahia






