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sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Menina acreditem, qualquer homem vai achar muito mais sexy uma mulher acordando ao seu lado, vestindo apenas a camiseta dele, do que uma que sai de minia-saia e topzinho cheia de maquiagem parecendo uma árvore de natal. Qualquer homem vai preferir uma mulher que brinque de lutinha com ele, do que uma cheia de frescura que só sabe reclamar. Qualquer homem prefere uma mulher que jogue bola com ele na praia, ou que discuta sobre futebol, do que uma que fica venerando outros homens que nem sabem que ela existe. Qualquer homem prefere uma mulher que beba e ria junto com ele, do que uma mulher que é possessivamente ciumenta e o prende, claro. Eles gostam de saber que você está com ciúmes, ainda mais quando o aperta, arranha e dão-nos tapas e fazem aquelas carinhas de brabas, mas que acabam a discussão com um beijo com uma pegada.

E lá vem setembro


Mês das flores, com a chegada da primavera, onde os campos nos convidam a viver e a celebrar a vida, dos pássaros cantando alegres a chegada de mais uma estação; de tardes com cara de verão onde as árvores exalam ar puro; mês da bíblia, onde celebramos o livro mais popular do mundo e aquele onde estão as palavras mais importantes: a palavra de Deus. Mês da pátria, onde comemoramos a Independência do Brasil e assim patriotas ou não, celebramos a nossa pátria amada Brasil. Temos ainda o dia do administrador, dia da árvore, dia de Cosme e Damião sem contar tantas outras datas importantes esse mês nos traz. Além disso ainda tem o aniversário da minha princesa, minha filha querida Ana Luíza, 4 aninhos amanhã!.

Quantas datas, momentos, celebrações esse mês promete. Que Deus nos abençõe, nos proteja para que possamos com muita alegria, vida, amor, saúde e paz e que setembro possa além de entrar em nosso calendário convencional, possa para sempre entrar em nosso calendário da vida como um dos melhores meses do ano.


Seja bem vindo Setembro ;)

A felicidade "talvez" esteja na simplicidade

Depois de 22 anos de muita história e pesquisa (brincadeirinha), rsrs descobri que não podemos nos cobrar ser feliz 24 hrs por dia, afinal, felicidade não é uma obrigação, é uma realização!
Ser feliz não é estar só alegre, mas é conviver com a tristeza e alegria de vez em quando e se sentir bem com isso. Ninguém está 100% feliz, mas a gente pode se sentir feliz uma vez ou outra. Felicidade virou pressão social e estar amargurado com a vida passou a ser proibido. Grande tolice. Alguém muito sábio já disse que só se pode ver as estrelas na escuridão e é exatamente isso que acontece. A gente só dá valor ao céu depois de ter conhecido o inferno. E enquanto as pessoas enxergarem a felicidade como obrigação, ela vai deixar de fazer parte do lado bom da vida e vai passar a ser mais um acontecimento massante e rotineiro que a sociedade tenta nos fazer engolir. 

O mundo não precisa estar do jeito que a gente quer. A gente precisa. E quando a gente simplesmente está, a gente acaba descobrindo que felicidade é a coisa mais simples que existe. E que, ao contrário do que eu pensava, ela não está em grandes acontecimentos ou em uma sequencia enorme de bons fatos. A felicidade está nos detalhes, nos momentos que de vez em quando lembram o quanto a gente se sente realizado por vivê-los. 
Felicidade é acordar com uma vontade louca de sorrir mesmo que os problemas implorem para serem resolvidos. Sabe, ser feliz é deixar certas coisas pra depois e se preocupar com a gente. É se sentir bem. É ser feliz assim do jeito que se é, do jeito que se está. E é aproveitar cada segundo de momento bom que está acontecendo. É saber que ser feliz não é estar sorrindo o tempo todo. Felicidade tem a ver com essência. Tem a ver com bem estar. Tem a ver com paz interior. 
E aí eu descobri uma das coisas mais valiosas que se pode saber: quando a gente se sente tão completo e tão bem com a gente mesmo, as situações fluem tão naturalmente que a felicidade simplesmente vêm. A vida se torna mais leve e certas preocupações passam a ser só detalhe, desses que a gente não precisa perder tempo para se estressar. E quando você percebe, está irradiando sorrisos por aí. Naturalmente e consequentemente.  

Batom 24 Horas SuperStay Maybelline? Testei!


Adoroo testar novos produtos!. Dessa vez foi o Batom 24 horas SuperStay Maybelline. Confesso que foi um dos que me deixou mais curiosa para testar. Afinal quem não quer um batom que tenha uma duração tão longa, não é mesmo?
Bom, como o uso dele é um pouco diferente, segui à risca o que dizia na embalagem: primeiro passei o batom que, na verdade, mais parece um gloss :D . Aguardei alguns segundos. Nesse momento os lábios repuxam um pouco. Logo depois, passei um balm que vem junto na embalagem. Ele tem a função de trazer uma sensação de conforto e hidratação.



O produto foi usado às 07:30 da manhã e só tirei às 21h do mesmo dia. Resumindo, sim, ele dura bastante. Não dura 24h, mas pelo menos umas 15, 16 horas. O que já é muito bom. 
Ou seja meninas.: APROVADO!

segunda-feira, 27 de agosto de 2012


E sempre tem aqueles que apenas te perguntam como você está..
Única resposta: Muitooo bem, obrigada!

Quando temos medo de amar..


Você chama, ele responde. Não, ele não apenas retribui o seu chamado, mas ele te invade. Invade sua calmaria, sua serenidade, sua paz, seus pensamentos, sua alma. Ele não apenas invade, ele permanece. Ele perturba, se instala, dilata, transborda. Monta acampamento, que nem sem terra, e recusa-se a sair. Ou é você, no seu mais profundo íntimo, no seu subconsciente, que não o deixa partir. Não solta sua mão, não lhe da às costas e ainda olha pra trás. Sempre. De rabo de olho, não importa. Seu olhar está lá, repousando sobre ele. E é dessa brecha que ele vai se aproveitar pra te penetrar. Tirar-te o fôlego, te roubar o sossego.
E aí vem junto o medo. E aí a gente puxa as rédeas e se segura como pode. Protege-se do amor, foge da paixão. O que era pra ser divertido traz outra sensação. O frio na barriga você já não sabe mais se ultrapassou a linha tênue entra a dor e o prazer. Porque uma paquera, um affair, uma transa ou qualquer outra relação inofensiva e descartável cujos movimentos são pré-fabricados é ok. Tudo o que corre dentro do esperado, não precisa de improvisos, não vai além do combinado, não te toca profundamente, é permitido. Agora quando o sentimento cresce e toma proporções incontroláveis é que a insegurança vem. É que nós temos medo do que não entendemos e do que não sabemos como lidar. É que nós temos traumas. Fraturas expostas que demoraram a sarar.
Conquistamos nossa liberdade com a revolução sexual, mas ainda vivemos uma submissão emocional: desde a infância, vemos os homens sendo criados para ser independentes e nós estimuladas a depender deles, a cultivar o sonho de um dia encontrar alguém que dará significado à nossa vida. Crescemos vendo contos de fadas, novelas e filmes que nos ensinam que não é possível ser feliz sozinha. Que é preciso sempre de alguém pra abrir a porta do carro, pra trocar a lâmpada ou o pneu, abrir o vidro de azeitona, pra emprestar o casaco quando esfriar, pra te acompanhar no trajeto de casa e te buscar na escola/trabalho. Aí o tempo passa e tomamos um tombo. Na adolescência vemos na prática que não é tão simples assim achar essa tal alma abençoada para chamar de gêmea. Então, após alguns corações partidos, desabafos amorosos, tempo deglutido, ressentimento digerido e alma cicatrizada, alguma coisa aprendemos. A prática novamente nos faz enxergar que não devemos depender de ninguém, e que a felicidade está dentro de nós, não no outro.
Em alguns casos a gente ultrapassa os limites da nossa independência amorosa. Chegamos até a construir uma muralha para proteger nossos sentimentos. Engessamos nossos corações para ninguém os alcançar. Não é culpa nossa, não é algo proposital. Nossa fortaleza sentimental tem razão de existir. Cansamos de abrir os portões pra quem só nos devastou. Cansamos de cupidos estúpidos ruins de mira. Já mergulhamos demasiadas vezes na angústia do vazio agudo de “perder” quem nunca nos mereceu. E reabrir-se requer um difícil aprendizado emocional. Porque ninguém quer colecionar cicatrizes. E se eu demorei tanto pra me recompor, se a minha fratura exposta demorou tanto para colar, não quero que ninguém tire meu chão e me faça desabar caso um dia mude de ideia e não resolva mais me amar. Por isso meu gesso é duro e suas paredes são grossas.
E isso explica a angústia que às vezes nos toma conta quando sentimos que nossa respiração arfa mais forte por alguém. A gente se aflige porque sabe que essa é uma decisão que cabe somente a nós mesmas. Afinal, a gente pode até não escolher por quem nos apaixonamos, mas temos o exato controle sobre o que fazer com esse sentimento. Traumas todas nós temos, e eles são do tamanho das expectativas que depositamos neles. A gente é mulher, alimenta esperanças, cria fantasia, e às vezes também confundimos atitudes e nos iludimos. Mas acho que chega uma hora em que  temos que criar coragem para tirar o gesso e andar por conta própria. Já engessei meu coração várias vezes, mas as cicatrizes que tenho formam quem eu sou, e é por isso que nunca vou deixar de me jogar quando meu coração mais forte pulsar. E você: vai se permitir ou resistir?

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

" Herrar é Umano "


O título deste post é uma frase-poema do curitibano Paulo Leminski (1944-1989). Gosto dela porque brincalhona, numa só tacada de corpo e alma, diz tudo. Alguém mais sisudo poderá objetar: "Acertar também é humano".
No Manifesto da Poesia Pau-Brasil, o paulistano Oswald de Andrade (1890-1954) enaltece "a contribuição milionária de todos os erros". Nesse caso, os erros de português que nos ajudariam a recriar uma língua mais moderna, mais brasileira.
Ao frigir do omelete, errar é chato! Ninguém gosta. Se pudéssemos teríamos uma vida só de acertos. Acertar na prova, acertar no namoro, acertar no casamento, acertar no emprego, acertar na aposentadoria, acertar na loteria.
Mas umanos, sempre herramos. Então, a pergunta é como tirar partido dos erros nossos de cada dia. Minha professora do grupo escolar responderia: "Não errando de novo". Puxa, quem de nós não cometeu duas, quatro, sete vezes o mesmo erro?
Acho que o negócio é não fugir da realidade do erro. A grande jogada é aprender a errar menos. Melhor ainda, aprender a fazer amizade com o erro. Olhar bem na cara dele e entender por que ele acontece, ou por que deixamos que ele aconteça.
Pois tem erro do sistema e tem erro da gente. Tem erro do capitalismo e tem erro do socialismo. Tem erro do pai e tem erro da filha. Tem erro de amor, tem erro de desamor, tem erro sem querer, tem erro proposital. Tem erro bobo, tem erro fatal.
Também podemos colecionar elogios ao erro. Por exemplo, a coragem de errar. Quem expõe uma ideia, um caminho, um novo produto, um novo serviço corre muito mais risco de errar do que aquele que fica na moita, de molinho na gaveta.
Quem tem ambição de crescer, melhorar, transformar está mais exposto ao erro, porque vai fazer mais tentativas, mais autoexigências. Vai trilhar mais caminhos, vai se arriscar em atalhos. Vai tropeçar. Vai cair. Vai se levantar?
Errará menos o sujeito que não se mexe, não almeja, não move um milímetro para saltar do lugar em que está. Com medo de errar, não vai propor nada e nem se propor a nada. Aliás, essa pessoa tende a enxergar erros até nos acertos.
A vida prova: só erra quem faz. A vida comprova: só acerta quem já herrou muito.