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quinta-feira, 28 de junho de 2012

'A minha forma de dizer eu te amo...'

 
Nunca achei que fosse amar tantos detalhes que, se pertencessem a qualquer outra pessoa, eu nem repararia.
A verdade é que, com você, não existe detalhe que não importa.
Então, te digo que quero.
Quero muito mais manhãs acordando ao seu lado e fingindo acreditar nas suas promessas de só mais 5 minutos dormindo...mas tudo bem, você se arruma em bem menos tempo que eu.
Quero também mais do seu ar esquentando a minha nuca, mais das suas mãos habilidosas que navegam com uma perfeição que ainda me espanta entre carinho e  pegada, mais do seu corpo pesando deliciosamente em cima de mim.
Quero muito mais manhãs e  muito mais noites agarradas com você enquanto agradeço ao universo por ter ganho esse presente na vida.
Quero mais chances de tomar café do seu lado – mesmo que você sempre queira só café puro.
Quero muito mais da sua mão quando sai do volante e vem ao meu rosto fazer carinho, dos seus sorrisos quando faço cafuné na sua cabeça, das suas histórias malucas de pescador, de cantor sertanejo..
Quero ouvir muito mais das suas ideias malucas e me surpreender concordando e, momentos depois, fazendo parte delas – afinal, a cada dia que passa, percebo que as pessoas que mais admiro são, de fato, os loucos.
Quero muito mais garrafas de vinho abertas e muito mais conversas daquelas que surgem depois da terceira taça e quando percebemos já sáo 3, 4, 5 horas da manhã.
Quero mais da sua esperança que nunca morre de sempre querer ajudar os outros, ter projetos que só fazem o bem.
Quero mais da sua companhia na hora de inventar pratos e fazê-los acontecer. Quero mais da nossa vibração sempre que acertamos uma receita. Quero, inclusive, até mesmo mais das receitas que não dão certo mas que no final, sempre valem a pena pela experiência com você.
Quero degustar mais ainda cada centímetro do seu corpo. E poder oferecer o meu em troca. Quero descobrir mais detalhes, mais botões, mais cantinhos inexplorados. Quero te presentear com mais sensações e dispensar todas as palavras – quero ler mais os seus sinais.Quero, acima de tudo, mais dessa leveza que eu só senti com você – que consigamos carregá-la e provar para nós mesmos que ela não é tão insustentável assim as pessoas dizem. Quero que sigamos aprendendo diariamente que nada é eterno e que a felicidade está no trajeto, não só no destino. E que não importa o que acontecer nessa estrada louca da vida, que possamos trazer dentro da gente a certeza de termos vivido um amor sincero e de termos tido a dávida de descobrir qual a sensação de entregar seu coração na mão de outra pessoa – com a certeza de que ele está sendo bem cuidado como nunca. E que, não importa o que aconteça, que você nunca deixe de lembrar de mim. E que você jamais esqueça de como conseguimos provar pra gente mesmo que parcerias são infinitamente melhores que namoros. E, por fim, que a felicidade seja sempre a sua melhor parceira, mesmo que eu não possa estar junto pra aplaudir essa união.

quarta-feira, 27 de junho de 2012

O que buscas ?

Tem um segredo que as pessoas não contam, pois tem muita gente que não daria conta de digeri-lo: a sua vida pode ser do jeito que você quiser. Sem melodramas, sem discursos poéticos, sem sermões. O fato é que todo mundo nasce com livre arbítrio e vai construindo sua vida, escolha após escolha. Se você parar pra pensar e voltar no tempo, vai conseguir reconhecer e identificar todas as ações que te trouxeram até o exato lugar em que você se encontra hoje. Ora, mas então se somos realmente senhores do nosso destino, então porque tem tanta gente frustrada e infeliz hoje em dia?
A grande variedade de opções à nossa disposição nos dias de hoje dificulta ainda mais as nossas escolhas. É como estar morrendo de fome, mas se perder em meio de um bairro com um restaurante a cada esquina – sua fome é real, mas você não sabe o que quer: você tem fome do quê? você tem sede do quê? Sem conseguir responder a essas perguntas, você rodará eternamente entre os restaurantes mexicanos, italianos, indianos, brasileiros, mas não conseguirá saciar a sua fome, pois você não tem ideia do que quer comer.
Funciona assim também na área dos relacionamentos. Vemos a nossa volta um mar de gente linda, moderna, com bons empregos, com dinheiro, mas tudo isso não faz sentido algum se elas não sabem o que buscam. A moça arruma o cabelo, compra roupa, põe silicone, malha, faz as unhas, se equilibra num salto 15, mas chega na balada e, por não saber o que procura, só vai nos caras errados. Por falta de olhar pra dentro dela mesmo e de descobrir do que seu coração necessita, ela ignora os apelos do seu ser e vai em busca do que é considerado como modelo pela sociedade – o cara de carro do ano, gel no cabelo, braço forte, camisa polo. Ela não buscava isso mas, como não sabe o que busca, se joga no vento, vai como um veleiro pra direção que a vida decidir levá-la.
E depois ela chora, se lamenta, fica deprê no sábado a noite comendo pipoca sozinha quando as baladas já não a satisfazem mais. Não que há algo de errado em sair, beber, dançar, fazer aquela sessão descarrego tão necessária, mas esse tipo de programa só alimenta uma parte muito superficial do seu ser. Quando o som acaba, quando as luzes se apagam, quando o álcool do seu corpo se estabiliza depois do hot-dog prensado, então o vazio fica desesperadamente maior – a solidão ecoa no peito, obrigando a moça a sair de novo para não ouvi-la. E assim começa-se um ciclo de ilusões e de buracos no peito.
Ah, os buracos no peito.
Eles são sempre mais profundos do que você permite-se reconhecer. Se você não cuida, seu peito fica pior do que as ruas esburacadas de São Paulo. Vem a prefeitura, dá uma arrumada de leve, cobre superficialmente os buracos. Por fora, o asfalto é um tapete. Por fora, os que vêem seu sorriso nem imaginam a profundidade dos buracos que carrega por dentro. E depois de alguns dias, depois de serem pisoteados de novo, os buracos se abrem novamente, dessa vez mais profundos, mais machucados, mais difíceis de serem tampados.  E você só pode fazer alguma coisa a respeito quando descobrir o que busca.
Então, vai menina, desce do salto, larga o batom, mostra as olheiras, deixa seu cabelo natural se esvoaçar no vento. Não gaste muito tempo se preocupando com o corpo, porque a terra vai se ocupar dele cedo ou tarde – com ou sem maquiagem. Olha um pouco pra dentro, pra o que importa, pra sua alma que há tempos tenta ser ouvida. Desliga o som, fecha os livros, sai da frente da TV. Ouve aquele clamar que ninguém sabe explicar, mas que vem de dentro. E cuidado com a mente – ela abafa os clamores do coração.
Não se perca na busca, nem desista dela. Pare somente quando descobrir o que buscas, o que te alimenta de verdade. Será mesmo que esse trabalho que te prende 14 horas numa sala fechada te faz feliz? Será que homem que diz que te ama mas que te valoriza mesmo pela sua bunda, merece fazer parte da sua vida? Será que esse curso vale mesmo a pena somente por um diploma pendurado na parede? Pra essas perguntas, não existe gabarito – só você poderá respondê-las verdadeiramente.
E quando você descobrir o que procura e soltar um grande foda-se para os padrões que o mundo inteiro tenta te convencer a seguir, você então vai descobrir que a vida é boa, que é bela, que pode ser o que você quiser. E aí então, você vai querer lamentar pelos dias perdidos na escuridão – faça-o, mas não perca muito tempo revivendo o passado. Agora você já sabe – o presente é bom demais para isso.

Recomendações antes do embarque á terra

Ninguém me disse o quanto seria dolorido se apaixonar. Nenhuma manifestação deixou claro a dor de perder alguém que se ama. Nunca aconselharam prudência, perseverança, paciência antes de iniciar um relacionamento. Não há placa de sinalização alertando os motoristas sobre os perigos da estrada acidentada que irão ingressar.
Eis uma, finalmente. Liguem os motores.
Mas antes, algumas dicas de segurança. Amar é bom demais! Os relacionamentos afetivos são o verdadeiro motivo da nossa existência. O texto não pretende desmotivar. Mas acidentes acontecem. Sigamos em frente.
Não interessa o que lhe dizem sobre o caminho. A verdade é que cada um possui sua bússola, sua direção. É ainda mais complexo, já que seu companheiro(a) de viagem possui um aparelho que aponta em sentido diferente. Então, antes de levantar voo, certifique-se de conhecer bastante quem lhe acompanhará por todo o trajeto. Mas tenha na cabeça que valores são contruídos e não comprados em lojas de conveniência.
Saiba também que não existe a posição fixa de motorista e navegador. Essas funções se renovam a cada curva, ou melhor, crise. Muitas vezes, quem dirige precisa relaxar. A condição é cansativa e carregada de responsabilidades. Por sua vez, aquele que costuma apontar o caminho precisa estar aberto a procurar atalhos ou mesmo decidir-se por um trajeto mais longo, se isso for pelo bem da posteridade.
Não é uma corrida. O prêmio é chegar. Encontrar o que nos espera do outro lado da empreitada. Não sabemos do que se trata, mas queremos chegar lá. Dizem que é bom, perfeito. Dizem. Mas, muitas vezes, a beleza sublime está do lado de fora da janela. É preciso parar, registrar o que muitos veem como borrão. Também é importante ter na cabeça que, quem viaja com você, deseja o mesmo. Ninguém está ali para atrapalhar. Queremos ajuda na trilha.
Confuso é saber que você pode ficar só a qualquer momento. Não se pode viajar tranquilamente com carga tão pesada. Por isso, deposite essa lembrança no fundo do porta luvas. No entanto, não a esqueça. É importantíssimo que você não perca a autosuficiência, a propriedade de seguir estrada sozinho e bem, se necessário.
A dor é um pedido de carona. Ela entra no seu veículo no momento em que paramos para outro descer e nos acompanha depois, no isolamento da estrada. Limpa o parabrisas para enxergarmos melhor enquanto enxuga nossas lágrimas pelo mesmo motivo. A solidão, por mais estranha, é nossa grande companheira. É no vão deixado pela dor que aprendemos a ser independentes. E o contrário é como o álcool nas estradas do amor.
Além de admirar a paisagem, existem paradas para as necessidades básicas. É hora em que a analogia restringe a dissertação. E, como não há mapa, manual ou guia que nos ajude, é momento perfeito para a reavaliação. Sentemos-nos com outros mochileiros, sejamos caridosos com quem segue seu rumo, troquemos experiências, tracemos novas rotas, choremos a saudade de um lugar no tempo para onde não mais podemos voltar. Comemoremos a vida, o amor, o caminho. Conforta saber que, apesar dos desvios, todos buscamos o mesmo destino: a felicidade
Boa viagem.

segunda-feira, 25 de junho de 2012

Estilo

' Cada mulher tem um tipo '


Estilo

Cada mulher tem seu estilo. E para cada uma delas existe um tipo de roupa que mais combina. Existem as clássicas, as modernas, as esportivas, as alternativas, as românticas, as fashionistas, as sexies e uma série de subtipos que derivam deles, e que não vêm ao caso.

Clássica, mas nem por isso careta

A mulher clássica é sempre elegante, não se rende a modismos, faz questão de qualidade e chega a ser quase básica. Ela pouco troca seus acessórios, tem sempre um bom relógio, um único anel no dedo, os brincos são sempre os mesmos e adora pérolas. Sua bolsa, que ela raramente troca, e sapatos são importantes.
“Nunca devemos confundir elegância com esnobismo”. Yves Saint Laurent
Cores: Neutras – beges, cinzas, branco, preto, marinho. 
Licenças: Vermelhos e verdes-escuros. 
Tecidos: Gabardine, seda, lã e cashmere. 
Best-buys: Ternos bem cortados, de caimento impecável, camisas de seda, tailleurs, alguns vestidos e malhas. 
Peça-tradução: O cardigã. 
Acessórios: Um bom relógio, joias de ouro e pérolas. 
Nunca, jamais, em tempo algum: Ela será vista vestindo roupas desestruturadas e de cortes assimétricos. 
Quem: As atrizes Annette Bening e Gwyneth Paltrow.


Moderna, uma questão de atitude

Sabe aproveitar o que cada coleção propõe, e reinventar, criar, misturar. Não tem medo da moda ou da opinião dos outros. O resultado de suas misturas é sempre curioso e ousado. Troca os acessórios, bolsas e sapatos segundo seu humor e joga com eles para brincar com as roupas e levantar a produção.
Cores: Todas as que ela gostar, independente de estarem na moda. 
Licenças: Qualquer uma que lhe dê na cabeça. 
Tecidos: Todos. Do algodão aos tecnológicos, das malhas aos sintéticos. 
Best-buys: Peças que a seduzem, sejam elas caras ou raras. 
Peça-tradução: Sapatos coloridos. 
Acessórios: Relógios divertidos, pulseiras que sobem pelos braços, brincos grandes, colares em profusão, bolsas gigantescas ou minúsculas em todo tipo de material, lenços e echarpes. 
Nunca, jamais, em tempo algum: Ela combinará a bolsa com o sapato. 
Quem: A escritora e apresentadora Fernanda Young.


Esportiva, prática antes de tudo

Ela pratica esportes (claro!), cuida do corpo, gosta da vida ao ar livre e é mais dia do que noite. Mas nem por isso ela precisa ser uma atleta. Ela gosta do estilo Ralph Lauren de se vestir. Suas roupas são confortáveis e básicas, prefere os tecidos naturais, as malhas, os jeans (os tecidos tecnológicos são para as roupas de ginástica e esportes). Usa sempre a mesma bolsa, adora seus tênis e mocassins, raramente usa anéis que não sejam a aliança, e seus relógios são ou clássicos ou com cronômetros.
"Sempre haverá necessidade de uma moda esportiva e essencial. É assim que nos vestimos no dia a dia". Donna Karan
Cores: Cáqui, branco, azuis, mesclas e outros tons suaves. 
Licenças: Algumas estampas. 
Tecidos: Algodão, jeans, brim, malhas. 
Best-buys: Calças, shorts e bermudas, t-shirts de malha, tênis, botas e sapatos baixinhos, roupas de ginástica. 
Peça-tradução: Jeans e camiseta. 
Acessórios: Relógios com cronômetros, óculos escuros, bolsas práticas e
mocassins. 
Nunca, jamais, em tempo algum: Ela será flagrada usando rendas, babados e fricotes. 
Quem: A atriz Meg Ryan.




Alternativa, um estilo de vida

Pode ser considerada uma neo-hippie. Suas roupas são escolhidas em brechós, armários da avó ou em coleções de jovens estilistas. Faz suas próprias combinações e cria sua identidade a partir de informações do passado misturadas a detalhes de hoje. Suas bolsas podem ser saquinhos e todas as preciosidades encontradas nos baús das avós ou bisavós.
Cores: Antigas e envelhecidas, lisas ou com estampas miúdas e alguns xadrezes. 
Licenças: Tecidos tecnológicos. 
Tecidos: Algodão, renda, malha, lã. 
Best-buys: Saias e vestidos longos, blusinhas de renda, malhas com jeito de feitas à mão e jaquetas. 
Peça-tradução: Sandálias do tipo Birkenstock. 
Acessórios: Aqueles que têm valor sentimental, pequenos relógios antigos, brinquinhos de flor, botas pesadas ou sapatinhos boneca de tecido. 
Nunca, jamais, em tempo algum: Ela usará sandálias de saltos muito altos e tiras muito delicadas.


Romântica, ela é sempre delicada

Ela adora tudo o que é delicado, sejam tecidos, peças ou sapatos. É louca por vestidos, twin-sets e blusas de algodão levezinho. Gosta de uma transparência sugestiva, rendas e babadinhos. Revela o corpo com delicadeza em pequenas fendas e alguns decotes.
Cores: Clarinhas e em tons pastel – rosinhas, azuizinhos, amarelinhos, verdinhos-água, cinzas perolados e branco. 
Licenças: Preto. 
Best-buys: Vestidos tubo, saias retas, conjuntinhos de malha, pulls bem leves, sandálias de saltos altos e tiras. 
Peça-tradução: Twin-set. 
Acessórios: Bolsas de tamanho médio, sapatos e sandálias delicados, relógios básicos ou pequeninos, colares e brincos minúsculos. 
Nunca, jamais, em tempo algum: Ela usará um coturno. 
Quem: A atriz Cameron Diaz no filme O Casamento do Meu Melhor Amigo.


Fashionista, de olho no novo

Sabe tudo o que está acontecendo na moda, segue as últimas tendências, troca de guarda-roupa a cada estação e está sempre de posse da bolsa mais cobiçada, do sapato do momento, do relógio da hora. Seu estilo é tão camaleônico quanto é a moda.
Cores: As da estação. 
Licenças: Nenhuma. 
Tecidos: Os das coleções, sejam eles algodões ou tecnológicos. 
Best-buys: O último grito em todos os sentidos. 
Peça-tradução: Grifes objetos do desejo. 
Nunca, jamais, em tempo algum: Ela estará com qualquer peça da coleção passada. 
Quem: As garotas do seriado Gossip Girls.


Sexy, ela gosta de ser notada

Também pode ser ousada, mas nunca como a moderna. Ela gosta das formas do seu corpo, gosta de revelar, provocar. Abusa de decotes e fendas profundas, das roupas justas, das estampas, das transparências e dos saltos altíssimos. Está sempre maquiada e de cabelos soltos, suas bolsas são carteiras e os sapatos e sandálias deixam os pés à mostra, seus brincos são grandes.
Cores: Vermelho e preto são as favoritas; os tons fortes, quando entram na cartela, e as estampas de onça e de outros animais selvagens são sua perdição. 
Best-buys: Vestidos justos, saias curtas, blusas justíssimas e muito decotadas e sapatos de saltos finos e altos. 
Peça-tradução: Vestidos que revelam as formas. 
Nunca, jamais, em tempo algum: Ela será vista de terno ou com sandálias rasteiras. 
Quem: As atrizes Melanie Griffith e Penélope Cruz.






Lista Básica

É só falar em viagem, que logo se abrem sorrisos e mais sorrisos..e depois vem a bendita preocupação..o que levar?
Hoje a dica é sobre viagens girls.



Informe-se sobre o tempo e a roupa mais adequada para aquele destino. 
Leve poucas peças e mude o visual com acessórios. 
Combine as cores das peças. 
Repita a roupa sem nenhum constrangimento.
A mala perfeita 
É aquela pequena, com poucas e bem selecionadas peças que não amassam, combinam entre si, vestem bem de dia e de noite, são fáceis de lavar e secam da noite para o dia, penduradas no banheiro.
Dois destinos, dois climas opostos? Leve duas malas distintas, uma para cada clima.
A dica mais importante de todas é o que mais importante é você se sentir segura, seja com uma malinha de mão ou 4 malas gigantescas.

Qual é a melhor mala

Regra de 4 
Tamanho + material + alças + rodinhas
Tamanho = Destino 
Quanto mais longa a viagem, maior pode ser a mala.
Material = Resistência 
Quanto maior a chance de a bagagem ser mal cuidada, mais resistente e rígido deve ser o material.
Alças = Facilidade 
Para ajudar a carregar, levantar, guardar.
Rodinhas = Praticidade 
São mais fáceis e leves de transportar.
Viajar com uma mala sem rodinhas é tão sem sentido quanto carregar um baú-armário do século 19 no avião.

A viagem faz a mala

  • 1Ecoturistas, expedições, ilhas desertas, longas caminhadas – Pedem mochila de material leve, resistente, à prova de água, rodinhas embutidas, alças reforçadas e acolchoadas para não machucar os ombros e cintas que se prendem na cintura.
  • 2Viagens muito curtas – Malas de mão com rodinhas e alça vertical de embutir, que cabem no compartimento de bagagem acima das poltronas, no interior do avião.
  • 3Viagens curtas – Malas flexíveis, tecido resistente, duas rodinhas, tamanho pequeno e que viajam bem de carro, trem, ônibus e avião.
  • 4Viagens médias – Malas semirrígidas, de tecido de alta densidade, tamanho médio, quatro rodinhas. Preparadas para aguentar o tranco da esteira, do bagageiro, etc.
  • 5Viagens longas – Malas rígidas, de polipropileno ou ABS, são um pouco mais pesadas que as flexíveis, porém mais resistentes para o que der e vier em viagens com muitas conexões.

Fazendo a mala

Faça uma lista: Para onde você vai, quanto tempo vai ficar, o que pretende fazer, qual é a temperatura local.
Regra de 3: 
Nunca leve mais do que três peças de cada item. Uma para usar, outra para lavar, e a terceira de reserva.
Check list: 
Mentalize o que você vai precisar: sapato, meia, calcinha, sutiã, camisa, camiseta, camisola, pijama, saia, vestido, calça, malha de lã, paletó, jaqueta, mantô, cachecol, chapéu, gorro, luvas, acessórios, biquíni, maiô inteiro, canga, etc.
Três nécessaires necessários: 
1. Produtos de beleza – Xampu, condicionador, creme para o corpo, desodorante, perfume, creme para limpar e hidratar o rosto de dia e de noite, protetor solar, escova de dentes, pasta, fio dental. 
2. Maquiagem – Base, pó, blush, sombra, rímel, batom e pincéis. 
3. Joias e bijoux – Relógio, brinco, pulseira e colar.
Dica: Existem nécessaires de pendurar, de vários tamanhos e finalidades. Eles ajudam a organizar os itens e a bagunça no quarto do hotel. O modelo próprio para lingerie é superprático, já que tem bolsas onde cabem calcinhas, sutiãs, meias, etc. Chegando ao destino, é só pendurar.
Mala de mão: 
Ela pode ter rodinhas ou ser uma grande bolsa e sempre quebra o maior galho nas viagens de avião. 
O que levar: 
Livro, revistas, palavras-cruzadas. 
Uma malha e uma meia (faz frio no avião). 
Computador, eletrônicos e máquina de fotografia. 
Um nécessaire pequeno com tudo o que você precisa a bordo em versão míni (mais de 100 ml é proibido por lei). 
Lembre-se: Líquidos viajam dentro de um saco plástico tipo ziplock.
Joias e objetos de valor viajam na mala de mão.

Como arrumar

Sabe quando você abre a mala e as roupas estão todas espremidas em um canto? Para que isso não aconteça, faça sua mala como uma lasanha: em camadas.
1. Mande passar todas as roupas, antes de arrumar a mala, sem dobrar.
2. No fundo da mala, faça uma camada de calças no sentido horizontal (cós na lateral), dobradas com o zíper para dentro. Estique bem e deixe as pernas para fora da mala.
3. Faça uma segunda camada no sentido vertical, com camisetas abertas (gola voltada para a parte mais larga da mala) e apenas as mangas viradas para dentro. Ou coloque as saias na mesma posição.
4. Repita a camada de calças, dessa vez com as pernas para fora voltadas para o lado oposto.
5. Repita a camada de saias ou camisetas.
6. Coloque as pernas para dentro da mala.
7. Comece uma camada de blusas, camisas ou malhas com mangas longas. Elas devem estar abertas e com as mangas para fora, tanto no sentido horizontal quanto no vertical.
8. Recheie com peças fáceis de alisar e que não tenham mangas.
9. Coloque todas as mangas para dentro, como que abraçando as roupas.
10. A camada de paletós segue o mesmo processo da de camisas, blusas e malhas. A única diferença é: vire todos eles do avesso, inclusive as mangas.
11. Recheie nécessaires com meias, lenços, miudezas que não amassam, saco de roupa suja, e abrace com as mangas.
12. Enquanto você vai montando sua mala, coloque cada pé de sapato em um saco e acomode com a sola e salto voltados para dentro, bem perto da “parede” da mala.
13. Termine sua lasanha com um casaco mais pesado, para acolchoar o recheio.
Truques simples 
Sutiã de bojo: Encaixe um bojo no outro. 
Coloque tudo o que for líquido em sacos plásticos, para não vazar e manchar. 
Ponha uma meia enrolada dentro de sapatos que amassam. 
Casacos muito pesados e mantôs? Leve na mão.
Preciosismo 
Tem quem cubra cada camada de roupas com papel de seda.

Espero ter ajudado, fiz este post a pedidos por e-mail sobre viagens.
Beijinhos.


domingo, 24 de junho de 2012

' Proibido ser morno '

' Um café e um amor, quentes por favor.'

Hoje eu acordei com tantas vontades, cheia de anseios e desejos. Ainda na cama desejei ser a Julieta e escrever uma carta para beeem longe, que chegasse até o Romeu, só pelo prazer de esperar ansiosamente por uma resposta construída com palavras imprevisíveis.Abri os olhos com a ânsia gritante de recrutar amigos, dos mais sem vergonha, e fazer com eles meu primeiro salto de pára-quedas, participar de uma serenata para alguém, fazer um luau e uma viagem inesquecível sem destino, apenas com uma mochila nas costas. Pensando em tudo isso, me veio um sorriso que fui incapaz de deixá-lo para mais tarde.
Mas também, despertei arrependida pelas portas na cara que dei de algumas pessoas, por alguns sorrisos que não dei, por não falar eu te amo quando queria e nem ligar e dizer que foi só para ouvir a voz por puro orgulho. Acordei pensando que o mundo atropelou tanta gentileza que havia no passado.
Hoje chorei por ter perdido os versos que a vida me obrigou a esquecer antes mesmo que eu pudesse escrevê-los em algum guardanapo de boteco, SMS etílico ou no coração alado de algum ex namorado que por ao menos uma noite foi só meu. Hoje eu sorri quando me olhei no espelho e vi um solitário fio branco em meus cabelos negros, a prova irrefutável de que estou envelhecendo, aprendendo a perder tudo que tenho para quem sabe um dia, poder ensinar algo sobre ganhar o que me falta.
Hoje comemorei com fogos de artifício e champagne as minhas incontáveis derrotas, as inúmeras vezes que passei longe do pódio e nem ao menos pude estimar o peso daquele troféu. Aplaudi esses tantos tombos com a certeza de que foram eles que me lecionaram o sabor perigoso da vitória e todo o risco presente nas medalhas de ouro que carregamos no peito, como se vestíssemos uma armadura dourada de orgulho.
Hoje cantei Sinatra no banho e sem me importar com meu desafino fiz do xampu microfone, passando o condicionador comecei a cantar Guns'n Roses lembrando da época de 1998 quando a música Patience explodiu nas rádios. Mas cantei de tal forma, como se de dentro do meu box de vidro transparente eu pudesse enxergar o mundo todo do meu jeito,“My Way”, feito de muita poesia e folhas em branco, prontas para receber a tinta fluorescente dos meus insaciáveis desejos.
Hoje acordei fervendo, com febre de viver e uma incendiária certeza: para abrir os olhos de verdade, não é permitido ser morno. Não importa com qual pé pisará primeiro quando resolver sair da cama e do coma, apenas pise forte e mantenha seus passos com fome, o mundo está ali para que você o devore já! Não espere tanta coisa esfriar.
Ser morno é caminhar em cima do muro, é esperar o tempo passar sem passar pelo tempo. Ser morno é deixá-lo segurar a sua cintura com uma mão frouxa, é ter e se contentar com aquele sexo amorzinho todos os dias, sem ao menos se entregar de verdade, Ser morno é desejar coisas medianas e saciar a vontade com coisas menores ainda.Ser morno é fazer striptease pela metade, penetrar pela metade e amar pela metade. Ser morno é estar sempre meia-bomba e não deixar nenhum estilhaço cravado no mundo. Por mais masoquista que pareça, prefira aquilo que queima e inevitavelmente marca – essas são as coisas que, no futuro, te farão olhar pra trás e constatar que a vida valeu a pena.


sábado, 23 de junho de 2012

“Se houver amor em sua vida, isso pode compensar muitas coisas que lhe fazem falta. Caso contrário, não importa o quanto tiver, nunca será o suficiente.”— Nietzsche


quinta-feira, 21 de junho de 2012


Homem da semana - Shemar Moore

Antes aqui no blog tinha a postagem "frase da semana", mas..para nooooooossa alegria e suspiros da mulherada que anda acompanhando o blog, vamos ter o " Homem da semana".

Aí está ele. O meu, o seu, o nosso Shemar Moore.  Quem vê Criminal Minds (sim, mais um seriado de tv...hahahah) sabe BEM quem é o cara. 












Enfim...em grande estilo, tipo "RED CARPET" eu desejo á todos uma excelente quinta-feira!

Beijinhos.






Libertadores - CORINTHIANS x SANTOS

♫ Oi Oi Oiii....(como diz a música de Avenida Brasil)

Brincadeiras a parte, nem só de relacionamentos se vive a vida, portanto o post de hoje é sobre futebol!
Vejo homens fazendo caretas por verem eu comentando de futebol aqui , hehe, chega de blá blá blá e vamos ao que interessa!
Que é libertadores todo mundo já sabe, santos e corinthians opaaa, Brasil inteiro assistiu.
Na primeira partida, com direito a falta de luz, tempo de espera descanso para os jogadores, Muricy falando que Neymar estava cansado e o mesmo desmentindo, apenas foi um mal dia, o todo poderoso timão venceu o peixe por 1x0, onde??? opa! Vila Belmiro e no twitter só se falava que na vila nem luz tinha.
A maior torcida do país, gritou, comemorou e depois se preparou para ver o jogo que acontecue ontem no PACAEMBU!!
Rivais históricos, Corinthians e Santos foram ao campo na noite passada,  para decidir o primeiro finalista da Copa Libertadores 2012.Na partida de ida, na Vila Belmiro, o Timão contou com um lindo gol de Emerson Sheik para vencer pelo placar mínimo e construir uma boa vantagem. Ontem bastava um empate para que os comandantes de Tite vencessem.
No lado do Corinthians, o grande desfalque ficou por conta justamente de Emerson, que foi expulso depois de marcar o gol salvador na última semana.Seu substituto foi Willian, que desempenhou uma função semelhante, trocando de posição com Alex e Jorge Henrique e manteve a tática de jogar sem um centroavante fixo. No mais, a equipe foi a mesma que vem jogando ultimamente. ( Yes, eu acompanho os jogos do meu time).
Já o Santos, por outro lado mudou sua maneira de jogar, precisava desesperadamente de um gol para avançar, e assim o fez no primeiro tempo naquela atrapalhada toda que quem acabou colocando a bola no gol foi o Neymar, eles criaram um trio ofensivo contando com Elano, Neymar e Allan Kardec, o resto da equipe foi a mesma da última quarta.
Voltando a falar do meu time (hehehe), Jorge Henrique fez um golaço, quase replay daquele gol que ele fez contra o Bragantino. Roberto Carlos jogou bem, após Mano Menezes dar uma dura nele. E o Tcheco, que não vinha bem, já começou a se adaptar e fez um bom jogo.
Sempre gostei muito do jogo do Santos também, e como todos os brasileiros do Neymar que ultimamente tem chamado a atenção pelo seu ótimo futebol, e ele após a partida não teve vergonha de admitir que estará torcendo para o Corinthians, pois quer que um time brasileiro vença a libertadores. O Santos agora vai se voltar para o brasileirão.
Honestidade' - O lateral Fábio Santos não quis rebater as declarações dos adversários que acharam que o Corinthians jogou fechado demais. Ele preferiu enaltecer o time comandado por Tite, dizendo que a equipe soube entender as características do torneio. "Cada um interpreta da sua maneira, mas temos que valorizar a nossa classificação. Futebol não é só gol nem jogar só no ataque. É também honestidade, estratégia, estilo de jogo. Conquistamos o empate e soubemos usar isso. Estamos jogando um torneio que exige isso." Nesta quinta, o Corinthians pedirá o adiamento de pelo menos duas partidas do clube no Brasileirão para poder priorizar os jogos da final da Libertadores.
Enfim, torcedores vamos esperar pela final!!







quarta-feira, 20 de junho de 2012

' O caminho precisa ser tão empolgante quanto a chegada'







Todo dia ele faz tudo igual. Acorda cedo, toma seu café da manhã, lê o jornal, pega aquele trânsito infernal, chega no trabalho, agenda lotada, várias reuniões, dá trabalhos para secretárias executarem, sai para almoçar, dá uma checada nos inúmeros e-mails, sai para almoçar, trabalha até umas 20:00, volta pra casa, assisti a seus programas de tv favoritos, janta sozinho, programa o despertador para o dia seguinte e depois vai dormir. Pra que tudo de repita no outro dia. Se você o questionar o porque dessa rotina diária, ele vai te responder, porque quer comprar uma casa na praia, viajar para Miami, se casar e ter filhos no futuro, passar umas férias em Cancun, comprar o carro importado de 2013...enfim, ele te responde como quem responde uma coisa óbvia. Essa realidade talvez possa ser um pouco parecida com a sua, ou bem diferente – o que importa é que os mesmos erros acontecem em situações diversas:
 Vivemos pensando em um destino final e acabamos nos esquecendo que a trajetória é tão importante quanto a chegada.
Os sonhos costumam causar esse tipo de confusão nas nossas vidas. Não há nada de errado com eles, pelo contrário, mas acontece é que muitas vezes deixamos de viver o presente pra sonhar com uma realidade futura que nem sabemos se irá acontecer. Você sabe como é. Posso parar de digitar esse texto pra ir pegar uma água na cozinha, tropeçar na escada e morrer ali mesmo. Trágico? Sim. Impossível, com certeza não. Lembra daquela velha máxima que pra morrer basta estar vivo?
De fato, sempre achei a felicidade assustadora demais pra algumas pessoas. Fala-se tanto dela que a constatação da sua existência parece ser algo surreal. É como ser apresentado para a Madonna. Você sabe que ela existe, mas vê-la assim a centímetros de você, se aproximando pra dar um beijinho, chega a ser até assustador. Mesmo que você fosse fã, que cantasse Like a Virgin quando ainda era virgem de verdade, esse encontro não poderia ser natural. Felicidade é assim também. Como podemos presumir que não há realmente algum sentido claro na vida – até porque se houvesse a gente já teria descoberto depois de tantos anos – a gente busca dar um significado pra nossa existência, que muitas vezes é o sonhado “ser feliz”. Então trabalhamos para um dia sermos felizes, malhamos para um dia ficarmos gostosas, estudamos para algum dia termos uma profissão, recolhemos tributos para algum dia nos aposentarmos. No meio de tantos afazeres em busca da felicidade, nos esquecemos do essencial – o hoje, era o amanhã de ontem. Algum dia a gente fez planos para que hoje estivéssemos felizes, mas nem nos demos conta que o futuro chegou já que estamos ocupados demais pensando no futuro de amanhã.

E é então que surge aqueles cliques na vida que nos deixam apavorados: se o presente é a sua única garantia, você pode dizer que está feliz hoje? Se um meteoro se chocasse com a Terra nos próximos minutos você poderia dizer que morreu feliz? Ou estaria apenas existindo enquanto sonhava com um futuro que, lamentavelmente, não chegou? Será que a TV de plasma pendurada na sua sala compensa as horas do seu dia em que passa na frente do computador, fazendo um trabalho para alguém que não gosta, contando os segundos pro relógio chegar nas 18h? Será que o diploma pendurado na parede e a foto com chapéu de formanda na cabeceira da cama dos seus pais compensa a enorme quantidade de horas que passou trancada numa sala ouvindo professores despejarem teorias que não tem nada a ver com você, apenas pra trilhar uma profissão que é bem vista pela sociedade?
Saber onde quer chegar é essencial pra não ser levado por quaisquer ventos. Mas viagem até lá precisa ser aproveitada. Então, tire um pouco o peso da vida das suas costas. Sorria mais por motivos bobos. Gaste mais tempos com os amigos. Ande mais descalço. Cante aquela sua música preferida do Chico em alto som, enquanto as pessoas nos carros ao lado pensem que você é louca. Aliás, seja um pouco mais louca. Pegue um avião pra encontrar aquele amor. Troque o emprego certo por aquele que faz seu coração descompassar, mesmo que todos te digam pra não fazer isso. Mergulhe no mar mesmo que tenha acabado de arrumar o cabelo. Largue a colher e coloque a mão naquela massa grudenta. Converse com as plantas. Peça conselhos pro seu cachorro. Esqueça o guarda-chuva em casa. Vista aquela roupa que só você acha linda e que está totalmente fora de moda. Ria dos seus problemas. Pague uma fortuna por aquela caixa de chocolate com pistaches – coma um por um pensando em como a vida é boa. Deixe de comprar aquele sapato e alimente 5 moradores de rua. Lembre-se de como somos fúteis. Dispense o aperto de mão, tasque logo um abraço. Ligue no dia seguinte e diga que ele tem a boca mais gostosa que você beijou na vida. Se tomar um fora, pelo menos dividiu aquele pensamento com alguém. Saia em menos fotos, vivencie mais momentos. Esqueça de carregar seu celular por 3 dias. Se estiver na dúvida, lembre-se do meteoro que pode atingir a Terra a qualquer momento.

                                                  Já dizia Caio F. – a vida é agora, aprende.


terça-feira, 19 de junho de 2012

A beleza das coisas efêmeras

A essas alturas os dois já trocaram olhares, já se abraçaram, já sentiram o toque das mãos e já se beijaram.
O primeiro, segundo, terceiro, quarto beijo foram lindos e memoráveis, ali tinha uma "magia", uma espécie de encanto que nenhum dos dois sabia definir, mas sentiam..apenas sentiam e isso já era mais do que o suficiente para ambos.
A calma daquele encontro..a vida e a memória dela não deixaram passar despercebidos e ela sabia que não precisava mais de muito para que o pouco se concretizasse, e aconteceu..e deu certo..e..foi lindo!
Ela se sentiu tão estranha, era tão cedo para demonstrar algo, mas o que era aquilo que ela estava sentindo? era possível sentir tanta coisa assim por um desconhecido? Porque ele a olhava daquele jeito? Porque tudo foi tão mágico?
Ela percebeu que existem sentimentos que não há definição no vocabulário humano. Não existe um "aurélio" especificando determinados sentimentos.Não existe uma bússola te guiando para qual caminho escolher. Por estes motivos, ela não sabia descrever o que estava acontecendo e muito menos o que a fazia suspirar. Escrever para ela agora nada mais é do que o extravasar de sentimentos.
Ela que já errou tanto querendo acertar, já falou demais quando era para ficar calada e se calou quando era para se manifestar, ela que já deu risada de coisas tão toscas e chorou por motivos mais bobos ainda, já ficou horas pensando em uma resposta, quando na verdade a pergunta era o que a movia, pensava como muitos, hoje adquiriu uma nova forma de olhar a vida, o mundo, os outros.
E mesmo assim ela pode dizer que tudo valeu a pena, cada sorriso, cada lágrima, cada conversa, cada momento tem um significado especial que lá no fundo só ELA conhece bem e entende.
Hoje ela pode dizer que até mesmo suas mazelas, construiram o conhecimento amplo que ela tem de si mesma. E nesse conhecimento, ela O reencontrou.
Foi algo tão particular, que nem mesmo o diário dela sabia, apenas os dois olhares que se cruzaram depois de tanto tempo.
A loucura do mundo é a verdade do amor que ninguém entende. A beleza das coisas efêmeras, o encantamento das relações de amor e afeto, tudo isso a ensinou que não se aprende nos livros, mas se percebe em cada estação, em cada olhar, em cada gesto.

Minha felicidade é assim mesmo,os que ficaram é porque foram contagiados e os que sairam é porque ficaram incomodados! ;P

 

 

sexta-feira, 15 de junho de 2012

E se eu mudar...

Há quem diga que permanecer no mesmo lugar a vida inteira é bom. Duvido muito. O mundo é muito grande para se nascer e morrer no mesmo lugar. Existem tantos lugares para se visitar..imagina você ficar estacionada em apenas um, apenas porque sua família mora ali ou porque querem que você fique perto deles..claro que família é muito importante, não questionarei isso aqui, mas precisamos aprender a caminhar com os próprios pés, as vezes conselhos são bem vindos, mas eu sempre precisei parar um pouco, nem que seja 1 semana inteira, e refletir sobre o que estava fazendo da minha vida e pedir ajuda a Deus..se não estou feliz em um lugar, ponho dentro da mala, minhas roupas, medos, esperanças e viajo. Pra onde? isso é o de menos, pra onde o vento me levar, para onde eu sentir que devo conhecer, como diz a música: para onde haja sol.
Mas hoje não falo de mudar só fisicamente. Falo de ouvir as mesmas canções, escutar os conselhos das mesmas pessoas, acreditar nas mesmas palavras, frequentar os mesmos lugares, dar o mesmo sorriso, usar as mesmas roupas, repetir gestos..enfim.
Já briguei, chorei, corri atrás inúmeras vezes do que eu realmente queria para minha vida, de pessoas que eu queria ter por perto sempre, mas...você olha em volta e vê que o mundo já não é mais o mesmo, as palavras já não tem o mesmo significado, o brilho do olhar não existe mais, e em tão pouco tempo quanta coisa mudou...
Não se vive o mesmo dia duas vezes, não se dá o mesmo sorriso nem diz o mesmo eu te amo da forma como foi dita duas vezes, o que nos resta são lembranças e desejos de que um dia seja melhor do que o outro.
 Você já fez o possível para as coisas voltarem a ser como antes, o impossível só cabe a Deus. O que fazer então?
Mude. Pare. Pense, Reflita. Reaja.
Então, não se assuste se eu mudar. Eu vou mudar. Aliás, vou mudar o tempo todo, nem que seja um pouquinho de cada vez, ou tudo de uma vez só. Quando vir, vou estar diferente sim, mas não quer dizer que não serei a mesma pessoa. Ainda serei eu, apenas diferente. E se mesmo assim, a mudança for drástica, dá uma olhada em volta. Parece difícil enxergar, mas o mundo mudou. Até você mudou. Então, me dê o direito de ser uma pessoa diferente a cada dia, mas pense que sou como a lua. Ela muda sim, mas nunca deixa sua essência. Cheia, crescente, minguante… Ela sempre brilha.