Para quem acompanha diariamente as notícias, lê jornais, facebook, twitter, blogs e afins..ufa! são tantas coisas hoje em dia, mas enfim, sabe que texto bom mesmo é aquele que gera polêmica, nesse mundo tão patrulhado em que falar mal de qualquer coisa pode
gerar um turbilhão de críticas indignadas. Não se pode mais falar mal do
BBB porque se é metido a intelectual, não se pode criticar Chico
Buarque e muito menos o cinema nacional.
Mas existem assuntos que estão em pauta desde que o mundo é mundo, e isso é inevitável.
Há uma busca geral por leveza.
Leveza perdida num relacionamento que ficou chato, em meio aos
afazeres diarios, as compras do mês, as contas a pagar, as demandas dos
filhos, as cobranças da profissão. Uma vez um amigo me disse: nós,
homens, só queremos uma companhia legal para sair, conversar, rir um
pouco e dar uma transada. Essa é a mais pura – e simples – realidade.
Pois bem: muitas mulheres também querem isso. Então onde mora o
“problema”?
Quando temos 20 e poucos anos, vivemos a vida com um ar meio blasé de
quem tem tempo de sobra para não esperar nada dos acontecimentos. A
experiência deveria nos ensinar a levar isso ainda mais ao pé da letra –
mas, ao contrário, nos torna impacientes e implacáveis com as falhas,
nossas e alheias.
Essa dinâmica destrutiva nos endurece, enfurece, emburrece
desnecessariamente. E nos impede de encontrar algo quando menos
esperamos. Já ouviu esta frase? Ela é mágica. Fascinante. Serendipity.
Eu acredito no acaso. Vamos parar de procurar e acreditar mais nele?
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