Páginas

terça-feira, 3 de julho de 2012

Culinária de Domingo

Gentee..preciso contar isso! hahaha
to fazendo um intensivão de culinária com a minha mamis...ela até que tem paciência comigo!
E olha só o que saiu no domingo em casa, fiz este prato para 3 pessoas.

Pedi para ela me ensinar a fazer um medalhão com molho mostarda.
Todo mundo acha que fazer carne é fácil, mas eu particularmente acho uma ciência dificílima deixa-la no ponto certo. Dai vem a minha mãe para me ajudar!!





Papel e caneta na mão…
Ingredientes
Rendimento: 1 porção
2 medalhões de filet mignon (comprei os medalhões no Empório Santa Maria)
3 fatias de bacon
10g de manteiga sem sal
15g de mostarda dijon
30ml de vinho branco seco
60ml de creme de leite fresco
20g de manteiga sem sal
Sal e pimenta
Modo de preparo:
Tempere os medalhões e enrole bacon na lateral deles.
Saltei-os na manteiga, até o ponto desejado – ai é que tá! O ponto que eu desejava era AO PONTO. Então a Lu me ensinou que o certo era deixar em fogo médio e deixar a carne quieta, para virar uma vez só. Como sou ansiosa demais, essa etapa foi a mais difícil.
Retire e reserve a carne. Na mesma panela com o suco da carne deglaceie o vinho e reduza
Acrescente o creme de leite, a mostarda e reduza até a consistencia desejada. Atenção: tem uma variação enorme de mostarda dijon, então precisa experimentar a sua e fazer os ajustes se necessário! Tem umas que são beeeem fortes…
Decimidos servir sem o bacon… Mas mesmo assim ele foi essencial no preparo porque deixou a carne ainda mais saborosa!






Nossa, tava divino!!!!!
Tentem fazer essa receita porque vale muito a pena!
Beijinhos e até o próximo post de gordinha! Hahaha


Hoje é dia de manicure


Meninas, nunca tinha usado esmaltes da linha água de cheiro, mas eis que ganhei este da minha irmã Carol Lira e usei este final de semana.
Eu mesma fiz as minhas unhas. 


O que eu achei?

♥ Secagem: Nada a reclamar.   
♥ Cobertura: Usei três camadas para a cor ficar bem uniforme.    
♥ Cor: É um cinza com fundo arroxeado. Possui uns brilhinhos bem discretos. Fica bem chique e combina com tudo.
♥ Durabilidade: Fiquei com ele nas unhas por quatro dias.      
♥ Preço:  R$ 6,90 na Água de Cheiro.  


segunda-feira, 2 de julho de 2012

1 + 1 são Três

Eu já contei?

Ainda não???

Como eu sou desligada... Onde será que anda minha cabeça???

Sim..a Ana Luíza vai ganhar um irmãozinho ou irmãzinha!
:)

E eu serei mamãe pela segunda vez para deixar a casa mais alegre e eu ainda mais louca!




Ser mãe

Ser mãe é uma confusão. Uma mistura tão intensa de sensações e sentimentos que dificilmente quem não é entende.
Ser mãe é uma caixinha de surpresas. Toda mulher está preparada, mas não sabe. Quando chega a hora está lá, como item de fábrica.
Ser mãe é ver a barriga crescer fazendo planos. E esses são os únicos 9 meses (no meu caso 7 semanas) em que você vai ter tempo para isso.
Porque ser mãe é viver um dia de cada vez, uma fralda de cada vez, uma mamada, uma soneca, manha, beicinho. Tudo de cada vez.
Ser mãe é saber que é hora de quê sem olhar no relógio. É não ver o dia passar. É saber que o mês passou só quando perguntam quanto tempo o seu filho tem.
Ser mãe é se encher de orgulho quando falam “Nossa! Que grandão!”.
Ser mãe é ser assim. Forte sem ter noção da força.
É escolher com o quê ter paciência. É descobrir uma nova mulher em si a cada dia.
É não se importar com o resto do mundo, mas chorar ao pensar em que mundo seu filho vai crescer.
Ser mãe é não pensar tanto no futuro. É ter vontade de olhar fotos antigas para ver com quem ele realmente se parece.
Ser mãe, aliás, é achar que um dia ele é a sua cara, mas no outro de seu só tem o pé.
Ser mãe é achar tudo lindo, tudo engraçado, tudo novo. É estar atenta as descobertas sem interferir muito. É aplaudir o acerto e ser firme no erro.
Ser mãe é não ter sono. Ou ter e fingir que ele não existe.
É deixar de lado a vaidade, mas se achar linda com olheiras e tudo.
Ser mãe, para a maioria, é esquecer (pelo menos um pouco) que existe estria, celulite, peito caído, salto alto, bijuteria.
Ser mãe é ser polvo. É ter quantos braços forem necessários para carregar o carrinho, a bolsa, a chupeta, o paninho, o brinquedo e o filho. Ufa...
Ser mãe é procurar selo do Inmetro, peça pequena, peça grande, estímulo.
Ser mãe é conseguir. Conseguir amamentar, deixar na escola, com a babá, deixar crescer.
É conseguir entender o choro e deixar chorar.
Ser mãe é ficar parada na beira do berço. É dizer “Deus te abençoe”. É entender que o amor existe em diversas formas, inclusive nessa, tão pura e transparente.
É não pensar mais em morte, é entender a vida.
Ser mãe é aguentar o tranco.
É sentir dor nas costas, nas pernas, nos braços. E não sentir mais nada quando um sorriso se abre, quando um choro começa ou a tosse dispara.
Ser mãe é discutir com o pediatra, é questionar o medicamento, é acreditar nas dicas da avó.
Ser mãe é renovar laços. Com si próprio, com a família, com as tradições.
Ser mãe é ter e ouvir os instintos. É ser leoa, ave de rapina. É ser desconfiada como a raposa e ágil como a lebre.
Ser mãe é ser filha também. É mais aprender do que ensinar e mais ensinar do que aprender.
Ser mãe é conviver. É deixar que convivam. É aproveitar cada fase do filho e de ser mãe.
É cortar as asas e é deixar que voe.
É correr pro abraço, esquecer o cansaço e trocar a fralda, preparar o banho, a mamadeira e escolher a roupa, tudo ao mesmo tempo.
Ser mãe é estar completa.
É ter o coração quente, os olhos cheios de lágrimas, os braços cheios de força e a cabeça repleta de idéias e preocupações.
Ser mãe é ter sempre um filho a mais: o marido.
É entender o começo de tudo. É procurar explicações bem no fundo.
É suspirar. É concordar discordando.
É, desde o exame positivo, nunca mais estar sozinha, e mesmo sozinha, ter em quem pensar. É estar perto mesmo longe.
Ser mãe é seguir em frente.
É não deixar que o tempo pare e é achar que passa rápido demais.
Ser mãe é ser mãe.
Sempre.

domingo, 1 de julho de 2012

Enfim, Julho!

E lá se foi junho...que me marcou com descobertas surpreendentes para toda a minha vida.


Que as lembrança dos meses anteriores, realmente, sejam apenas memórias.
Traga-me novidades, surpresas e aquele turbilhão de emoções que conheço muito bem.
Que a lembrança de "Julhos" anteriores não me aterrorizem, mas me fortaleçam. 
 
 Alegria, alegria, alegria ... É o que eu quero para esse mês.

 
Você tem 31 dias para me surpreender, estarei esperando.
 
"Eu te recebo de pés descalços:esta é minha humildade e esta nudez de pés é a minha ousadia.
 

Receita básica

Que é raridade eu postar aqui alguma receita todos sabem, mas não é porque gosto mais de falar sobre relacionamentos, é porque eu sinceramente, não mando muito bem na cozinha..(que coisa não?). Mas..como existem milagres,e tenho bons motivos para começar a gostar desse universo culinário, resolvi ontem me arriscar na cozinha.

Abaixo a receita que segui e tirei até foto! hehe
A bagunça na cozinha é um caso a parte que prefiro não mostrar á vocês! kkkkkk

Namorado ao molho branco

 

 

Ingredientes:

. 1 xícara de vinho branco
. 1/2 xícara de manteiga
. 1/2 xícara de vinagre 
. 2 colheres (sopa) de azeite
. 2 colheres (sopa) de cerefólio fresco picado
. 1 colher (sopa) de água
. 1 colher (sopa) de cebolinha verde picada
. 1 colher (sopa) de suco de limão
. 1/2 colher (sopa) de sal
. 4 postas de namorado (800 g)
. 3 gemas
. Sal e pimenta-do-reino a gosto

Modo de preparo:

Aqueça o forno em temperatura média. Tempere o peixe com o sal, o limão e o azeite e asse por 25 minutos. Leve ao fogo o vinho, o vinagre, o cerefólio e a cebolinha. Ferva por dez minutos ou até reduzir a meia xícara. Retire e junte as gemas misturadas com a água, batendo sempre com batedor ou colher. Volte ao fogo baixo, mexendo, por cinco minutos ou até engrossar, sem ferver. Retire e junte a manteiga, batendo. Tempere com sal e pimenta. Sirva sobre o peixe e polvilhe o cerefólio.


quinta-feira, 28 de junho de 2012

'A minha forma de dizer eu te amo...'

 
Nunca achei que fosse amar tantos detalhes que, se pertencessem a qualquer outra pessoa, eu nem repararia.
A verdade é que, com você, não existe detalhe que não importa.
Então, te digo que quero.
Quero muito mais manhãs acordando ao seu lado e fingindo acreditar nas suas promessas de só mais 5 minutos dormindo...mas tudo bem, você se arruma em bem menos tempo que eu.
Quero também mais do seu ar esquentando a minha nuca, mais das suas mãos habilidosas que navegam com uma perfeição que ainda me espanta entre carinho e  pegada, mais do seu corpo pesando deliciosamente em cima de mim.
Quero muito mais manhãs e  muito mais noites agarradas com você enquanto agradeço ao universo por ter ganho esse presente na vida.
Quero mais chances de tomar café do seu lado – mesmo que você sempre queira só café puro.
Quero muito mais da sua mão quando sai do volante e vem ao meu rosto fazer carinho, dos seus sorrisos quando faço cafuné na sua cabeça, das suas histórias malucas de pescador, de cantor sertanejo..
Quero ouvir muito mais das suas ideias malucas e me surpreender concordando e, momentos depois, fazendo parte delas – afinal, a cada dia que passa, percebo que as pessoas que mais admiro são, de fato, os loucos.
Quero muito mais garrafas de vinho abertas e muito mais conversas daquelas que surgem depois da terceira taça e quando percebemos já sáo 3, 4, 5 horas da manhã.
Quero mais da sua esperança que nunca morre de sempre querer ajudar os outros, ter projetos que só fazem o bem.
Quero mais da sua companhia na hora de inventar pratos e fazê-los acontecer. Quero mais da nossa vibração sempre que acertamos uma receita. Quero, inclusive, até mesmo mais das receitas que não dão certo mas que no final, sempre valem a pena pela experiência com você.
Quero degustar mais ainda cada centímetro do seu corpo. E poder oferecer o meu em troca. Quero descobrir mais detalhes, mais botões, mais cantinhos inexplorados. Quero te presentear com mais sensações e dispensar todas as palavras – quero ler mais os seus sinais.Quero, acima de tudo, mais dessa leveza que eu só senti com você – que consigamos carregá-la e provar para nós mesmos que ela não é tão insustentável assim as pessoas dizem. Quero que sigamos aprendendo diariamente que nada é eterno e que a felicidade está no trajeto, não só no destino. E que não importa o que acontecer nessa estrada louca da vida, que possamos trazer dentro da gente a certeza de termos vivido um amor sincero e de termos tido a dávida de descobrir qual a sensação de entregar seu coração na mão de outra pessoa – com a certeza de que ele está sendo bem cuidado como nunca. E que, não importa o que aconteça, que você nunca deixe de lembrar de mim. E que você jamais esqueça de como conseguimos provar pra gente mesmo que parcerias são infinitamente melhores que namoros. E, por fim, que a felicidade seja sempre a sua melhor parceira, mesmo que eu não possa estar junto pra aplaudir essa união.

quarta-feira, 27 de junho de 2012

O que buscas ?

Tem um segredo que as pessoas não contam, pois tem muita gente que não daria conta de digeri-lo: a sua vida pode ser do jeito que você quiser. Sem melodramas, sem discursos poéticos, sem sermões. O fato é que todo mundo nasce com livre arbítrio e vai construindo sua vida, escolha após escolha. Se você parar pra pensar e voltar no tempo, vai conseguir reconhecer e identificar todas as ações que te trouxeram até o exato lugar em que você se encontra hoje. Ora, mas então se somos realmente senhores do nosso destino, então porque tem tanta gente frustrada e infeliz hoje em dia?
A grande variedade de opções à nossa disposição nos dias de hoje dificulta ainda mais as nossas escolhas. É como estar morrendo de fome, mas se perder em meio de um bairro com um restaurante a cada esquina – sua fome é real, mas você não sabe o que quer: você tem fome do quê? você tem sede do quê? Sem conseguir responder a essas perguntas, você rodará eternamente entre os restaurantes mexicanos, italianos, indianos, brasileiros, mas não conseguirá saciar a sua fome, pois você não tem ideia do que quer comer.
Funciona assim também na área dos relacionamentos. Vemos a nossa volta um mar de gente linda, moderna, com bons empregos, com dinheiro, mas tudo isso não faz sentido algum se elas não sabem o que buscam. A moça arruma o cabelo, compra roupa, põe silicone, malha, faz as unhas, se equilibra num salto 15, mas chega na balada e, por não saber o que procura, só vai nos caras errados. Por falta de olhar pra dentro dela mesmo e de descobrir do que seu coração necessita, ela ignora os apelos do seu ser e vai em busca do que é considerado como modelo pela sociedade – o cara de carro do ano, gel no cabelo, braço forte, camisa polo. Ela não buscava isso mas, como não sabe o que busca, se joga no vento, vai como um veleiro pra direção que a vida decidir levá-la.
E depois ela chora, se lamenta, fica deprê no sábado a noite comendo pipoca sozinha quando as baladas já não a satisfazem mais. Não que há algo de errado em sair, beber, dançar, fazer aquela sessão descarrego tão necessária, mas esse tipo de programa só alimenta uma parte muito superficial do seu ser. Quando o som acaba, quando as luzes se apagam, quando o álcool do seu corpo se estabiliza depois do hot-dog prensado, então o vazio fica desesperadamente maior – a solidão ecoa no peito, obrigando a moça a sair de novo para não ouvi-la. E assim começa-se um ciclo de ilusões e de buracos no peito.
Ah, os buracos no peito.
Eles são sempre mais profundos do que você permite-se reconhecer. Se você não cuida, seu peito fica pior do que as ruas esburacadas de São Paulo. Vem a prefeitura, dá uma arrumada de leve, cobre superficialmente os buracos. Por fora, o asfalto é um tapete. Por fora, os que vêem seu sorriso nem imaginam a profundidade dos buracos que carrega por dentro. E depois de alguns dias, depois de serem pisoteados de novo, os buracos se abrem novamente, dessa vez mais profundos, mais machucados, mais difíceis de serem tampados.  E você só pode fazer alguma coisa a respeito quando descobrir o que busca.
Então, vai menina, desce do salto, larga o batom, mostra as olheiras, deixa seu cabelo natural se esvoaçar no vento. Não gaste muito tempo se preocupando com o corpo, porque a terra vai se ocupar dele cedo ou tarde – com ou sem maquiagem. Olha um pouco pra dentro, pra o que importa, pra sua alma que há tempos tenta ser ouvida. Desliga o som, fecha os livros, sai da frente da TV. Ouve aquele clamar que ninguém sabe explicar, mas que vem de dentro. E cuidado com a mente – ela abafa os clamores do coração.
Não se perca na busca, nem desista dela. Pare somente quando descobrir o que buscas, o que te alimenta de verdade. Será mesmo que esse trabalho que te prende 14 horas numa sala fechada te faz feliz? Será que homem que diz que te ama mas que te valoriza mesmo pela sua bunda, merece fazer parte da sua vida? Será que esse curso vale mesmo a pena somente por um diploma pendurado na parede? Pra essas perguntas, não existe gabarito – só você poderá respondê-las verdadeiramente.
E quando você descobrir o que procura e soltar um grande foda-se para os padrões que o mundo inteiro tenta te convencer a seguir, você então vai descobrir que a vida é boa, que é bela, que pode ser o que você quiser. E aí então, você vai querer lamentar pelos dias perdidos na escuridão – faça-o, mas não perca muito tempo revivendo o passado. Agora você já sabe – o presente é bom demais para isso.

Recomendações antes do embarque á terra

Ninguém me disse o quanto seria dolorido se apaixonar. Nenhuma manifestação deixou claro a dor de perder alguém que se ama. Nunca aconselharam prudência, perseverança, paciência antes de iniciar um relacionamento. Não há placa de sinalização alertando os motoristas sobre os perigos da estrada acidentada que irão ingressar.
Eis uma, finalmente. Liguem os motores.
Mas antes, algumas dicas de segurança. Amar é bom demais! Os relacionamentos afetivos são o verdadeiro motivo da nossa existência. O texto não pretende desmotivar. Mas acidentes acontecem. Sigamos em frente.
Não interessa o que lhe dizem sobre o caminho. A verdade é que cada um possui sua bússola, sua direção. É ainda mais complexo, já que seu companheiro(a) de viagem possui um aparelho que aponta em sentido diferente. Então, antes de levantar voo, certifique-se de conhecer bastante quem lhe acompanhará por todo o trajeto. Mas tenha na cabeça que valores são contruídos e não comprados em lojas de conveniência.
Saiba também que não existe a posição fixa de motorista e navegador. Essas funções se renovam a cada curva, ou melhor, crise. Muitas vezes, quem dirige precisa relaxar. A condição é cansativa e carregada de responsabilidades. Por sua vez, aquele que costuma apontar o caminho precisa estar aberto a procurar atalhos ou mesmo decidir-se por um trajeto mais longo, se isso for pelo bem da posteridade.
Não é uma corrida. O prêmio é chegar. Encontrar o que nos espera do outro lado da empreitada. Não sabemos do que se trata, mas queremos chegar lá. Dizem que é bom, perfeito. Dizem. Mas, muitas vezes, a beleza sublime está do lado de fora da janela. É preciso parar, registrar o que muitos veem como borrão. Também é importante ter na cabeça que, quem viaja com você, deseja o mesmo. Ninguém está ali para atrapalhar. Queremos ajuda na trilha.
Confuso é saber que você pode ficar só a qualquer momento. Não se pode viajar tranquilamente com carga tão pesada. Por isso, deposite essa lembrança no fundo do porta luvas. No entanto, não a esqueça. É importantíssimo que você não perca a autosuficiência, a propriedade de seguir estrada sozinho e bem, se necessário.
A dor é um pedido de carona. Ela entra no seu veículo no momento em que paramos para outro descer e nos acompanha depois, no isolamento da estrada. Limpa o parabrisas para enxergarmos melhor enquanto enxuga nossas lágrimas pelo mesmo motivo. A solidão, por mais estranha, é nossa grande companheira. É no vão deixado pela dor que aprendemos a ser independentes. E o contrário é como o álcool nas estradas do amor.
Além de admirar a paisagem, existem paradas para as necessidades básicas. É hora em que a analogia restringe a dissertação. E, como não há mapa, manual ou guia que nos ajude, é momento perfeito para a reavaliação. Sentemos-nos com outros mochileiros, sejamos caridosos com quem segue seu rumo, troquemos experiências, tracemos novas rotas, choremos a saudade de um lugar no tempo para onde não mais podemos voltar. Comemoremos a vida, o amor, o caminho. Conforta saber que, apesar dos desvios, todos buscamos o mesmo destino: a felicidade
Boa viagem.

segunda-feira, 25 de junho de 2012

Estilo

' Cada mulher tem um tipo '


Estilo

Cada mulher tem seu estilo. E para cada uma delas existe um tipo de roupa que mais combina. Existem as clássicas, as modernas, as esportivas, as alternativas, as românticas, as fashionistas, as sexies e uma série de subtipos que derivam deles, e que não vêm ao caso.

Clássica, mas nem por isso careta

A mulher clássica é sempre elegante, não se rende a modismos, faz questão de qualidade e chega a ser quase básica. Ela pouco troca seus acessórios, tem sempre um bom relógio, um único anel no dedo, os brincos são sempre os mesmos e adora pérolas. Sua bolsa, que ela raramente troca, e sapatos são importantes.
“Nunca devemos confundir elegância com esnobismo”. Yves Saint Laurent
Cores: Neutras – beges, cinzas, branco, preto, marinho. 
Licenças: Vermelhos e verdes-escuros. 
Tecidos: Gabardine, seda, lã e cashmere. 
Best-buys: Ternos bem cortados, de caimento impecável, camisas de seda, tailleurs, alguns vestidos e malhas. 
Peça-tradução: O cardigã. 
Acessórios: Um bom relógio, joias de ouro e pérolas. 
Nunca, jamais, em tempo algum: Ela será vista vestindo roupas desestruturadas e de cortes assimétricos. 
Quem: As atrizes Annette Bening e Gwyneth Paltrow.


Moderna, uma questão de atitude

Sabe aproveitar o que cada coleção propõe, e reinventar, criar, misturar. Não tem medo da moda ou da opinião dos outros. O resultado de suas misturas é sempre curioso e ousado. Troca os acessórios, bolsas e sapatos segundo seu humor e joga com eles para brincar com as roupas e levantar a produção.
Cores: Todas as que ela gostar, independente de estarem na moda. 
Licenças: Qualquer uma que lhe dê na cabeça. 
Tecidos: Todos. Do algodão aos tecnológicos, das malhas aos sintéticos. 
Best-buys: Peças que a seduzem, sejam elas caras ou raras. 
Peça-tradução: Sapatos coloridos. 
Acessórios: Relógios divertidos, pulseiras que sobem pelos braços, brincos grandes, colares em profusão, bolsas gigantescas ou minúsculas em todo tipo de material, lenços e echarpes. 
Nunca, jamais, em tempo algum: Ela combinará a bolsa com o sapato. 
Quem: A escritora e apresentadora Fernanda Young.


Esportiva, prática antes de tudo

Ela pratica esportes (claro!), cuida do corpo, gosta da vida ao ar livre e é mais dia do que noite. Mas nem por isso ela precisa ser uma atleta. Ela gosta do estilo Ralph Lauren de se vestir. Suas roupas são confortáveis e básicas, prefere os tecidos naturais, as malhas, os jeans (os tecidos tecnológicos são para as roupas de ginástica e esportes). Usa sempre a mesma bolsa, adora seus tênis e mocassins, raramente usa anéis que não sejam a aliança, e seus relógios são ou clássicos ou com cronômetros.
"Sempre haverá necessidade de uma moda esportiva e essencial. É assim que nos vestimos no dia a dia". Donna Karan
Cores: Cáqui, branco, azuis, mesclas e outros tons suaves. 
Licenças: Algumas estampas. 
Tecidos: Algodão, jeans, brim, malhas. 
Best-buys: Calças, shorts e bermudas, t-shirts de malha, tênis, botas e sapatos baixinhos, roupas de ginástica. 
Peça-tradução: Jeans e camiseta. 
Acessórios: Relógios com cronômetros, óculos escuros, bolsas práticas e
mocassins. 
Nunca, jamais, em tempo algum: Ela será flagrada usando rendas, babados e fricotes. 
Quem: A atriz Meg Ryan.




Alternativa, um estilo de vida

Pode ser considerada uma neo-hippie. Suas roupas são escolhidas em brechós, armários da avó ou em coleções de jovens estilistas. Faz suas próprias combinações e cria sua identidade a partir de informações do passado misturadas a detalhes de hoje. Suas bolsas podem ser saquinhos e todas as preciosidades encontradas nos baús das avós ou bisavós.
Cores: Antigas e envelhecidas, lisas ou com estampas miúdas e alguns xadrezes. 
Licenças: Tecidos tecnológicos. 
Tecidos: Algodão, renda, malha, lã. 
Best-buys: Saias e vestidos longos, blusinhas de renda, malhas com jeito de feitas à mão e jaquetas. 
Peça-tradução: Sandálias do tipo Birkenstock. 
Acessórios: Aqueles que têm valor sentimental, pequenos relógios antigos, brinquinhos de flor, botas pesadas ou sapatinhos boneca de tecido. 
Nunca, jamais, em tempo algum: Ela usará sandálias de saltos muito altos e tiras muito delicadas.


Romântica, ela é sempre delicada

Ela adora tudo o que é delicado, sejam tecidos, peças ou sapatos. É louca por vestidos, twin-sets e blusas de algodão levezinho. Gosta de uma transparência sugestiva, rendas e babadinhos. Revela o corpo com delicadeza em pequenas fendas e alguns decotes.
Cores: Clarinhas e em tons pastel – rosinhas, azuizinhos, amarelinhos, verdinhos-água, cinzas perolados e branco. 
Licenças: Preto. 
Best-buys: Vestidos tubo, saias retas, conjuntinhos de malha, pulls bem leves, sandálias de saltos altos e tiras. 
Peça-tradução: Twin-set. 
Acessórios: Bolsas de tamanho médio, sapatos e sandálias delicados, relógios básicos ou pequeninos, colares e brincos minúsculos. 
Nunca, jamais, em tempo algum: Ela usará um coturno. 
Quem: A atriz Cameron Diaz no filme O Casamento do Meu Melhor Amigo.


Fashionista, de olho no novo

Sabe tudo o que está acontecendo na moda, segue as últimas tendências, troca de guarda-roupa a cada estação e está sempre de posse da bolsa mais cobiçada, do sapato do momento, do relógio da hora. Seu estilo é tão camaleônico quanto é a moda.
Cores: As da estação. 
Licenças: Nenhuma. 
Tecidos: Os das coleções, sejam eles algodões ou tecnológicos. 
Best-buys: O último grito em todos os sentidos. 
Peça-tradução: Grifes objetos do desejo. 
Nunca, jamais, em tempo algum: Ela estará com qualquer peça da coleção passada. 
Quem: As garotas do seriado Gossip Girls.


Sexy, ela gosta de ser notada

Também pode ser ousada, mas nunca como a moderna. Ela gosta das formas do seu corpo, gosta de revelar, provocar. Abusa de decotes e fendas profundas, das roupas justas, das estampas, das transparências e dos saltos altíssimos. Está sempre maquiada e de cabelos soltos, suas bolsas são carteiras e os sapatos e sandálias deixam os pés à mostra, seus brincos são grandes.
Cores: Vermelho e preto são as favoritas; os tons fortes, quando entram na cartela, e as estampas de onça e de outros animais selvagens são sua perdição. 
Best-buys: Vestidos justos, saias curtas, blusas justíssimas e muito decotadas e sapatos de saltos finos e altos. 
Peça-tradução: Vestidos que revelam as formas. 
Nunca, jamais, em tempo algum: Ela será vista de terno ou com sandálias rasteiras. 
Quem: As atrizes Melanie Griffith e Penélope Cruz.